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Homem se passa por assessor de Fávaro e tira R$ 1,6 mil de servidor

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Um servidor do Ministério da Agricultura perdeu R$ 1,6 mil em um golpe aplicado por um bandido que se passou por assessor do chefe da Pasta, Carlos Fávaro. O caso veio à tona nessa segunda-feira (30) pelo Metrópoles.

 

Conforme o boletim de ocorrência, o golpista ligou para o telefone fixo de uma área do Ministério dizendo ser assessor de Fávaro. Ele disse que precisava que alguém de um posto avançado em Luziânia (GO) levasse certa quantia em dinheiro para um velório na cidade. Como não há tal posto no Município, o criminoso questionou o servidor se era possível transferir o valor para uma pessoa.

 

Acreditando no enredo e sem conseguir checar a situação, o servidor deu sequência à conversa e constatou que o criminoso conhecia bem o funcionamento do Ministério e as pessoas que nele trabalham. O golpista chegou a fornecer nomes que reforçaram a história.

 

“Ele pediu para enviar R$ 2.600 para uma pessoa. Eu fiquei meio desconfiado, mas ainda assim enviei R$ 1.600. Passou um tempo que enviei e ele me ligou e mandou mensagem perguntando o porquê de eu não ter enviado o valor total. Respondi que tinha dado um problema na minha conta e que para esta pessoa eu não conseguiria enviar mais. Então, ele me passou nome e conta de outra pessoa. Foi aí que percebi que tinha caído em um golpe”, disse o servidor.

Veja print da conversa:

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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