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Inscrições abertas para a 19ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas

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As inscrições para a 19ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas 2024 (OBMEP) continuam abertas até o dia 15 de março para os estudantes da rede estadual de ensino. Podem participar da maior competição científica do país, estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. A inscrição é feita exclusivamente pelas escolas, preenchendo o formulário disponível no site do OBMEP, de forma gratuita até 15 de março de 2024.

A OBMEP ocorre em duas fases, sendo a primeira com a aplicação de prova objetiva de 20 questões no dia 4 de junho. Já a segunda etapa, será realizada com os classificados da primeira fase, com uma prova discursiva de seis alternativas no dia 19 de outubro. As provas são elaboradas de acordo com o grau de escolaridade dos concorrentes: nível 1 (6º e 7º ano), nível 2 (8º e 9º ano) e nível 3 (ensino médio).

O objetivo do projeto é descobrir novos talentos em matemática, contribuir para estimular o estudo nessa área, além de promover a inclusão social pela difusão do conhecimento. Para tirar todas as dúvidas, acesse o regulamento com as informações sobre condições, prazos, datas e regras previstas para participação na olimpíada.

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Os estudantes que tiverem o melhor desempenho na olimpíada, serão premiados com medalhas de ouro, prata, bronze ou certificados de menção honrosa. Os professores também receberão a premiação e as escolas participantes serão premiadas a partir do desempenho de seus estudantes no evento. Posteriormente, todos os medalhistas serão convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC).

O PIC é destinado aos alunos premiados da OBMEP, realizado por meio de uma rede nacional de professores em polos espalhados pelo país. A finalidade é despertar nos estudantes o interesse pela matemática e pela Ciência em geral.

O coordenador regional do evento em Mato Grosso, professor André Krindges, destaca que o OBMEP é um grande caça-talentos e abre portas para outros subprojetos a partir da olimpíada. “Convido todas as escolas a fazer inscrição. É um projeto muito grande que está 100% nos municípios brasileiros. É a maior olimpíada estudantil do mundo, um projeto agraciado com bolsa de estudos, para que os que obtiverem os melhores desempenhos”, complementou.

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Olimpíada de Matemática

A olimpíada é um projeto nacional dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). Em Mato Grosso, o evento tem o apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT).

No ano passado foram distribuídas 8.450 medalhas nacionais, sendo 650 de ouro, 1.950 de prata e 5.850 de bronze, além de 51 mil certificados de menção honrosa. Em Mato Grosso, foram 103 premiados, entre estudantes, professores e escolas.

Para mais informações, encaminhar as dúvidas por e-mail: mt01@obmep.org.br.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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