MATO GROSSO
Inscrições abertas para a 19ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas
MATO GROSSO
A OBMEP ocorre em duas fases, sendo a primeira com a aplicação de prova objetiva de 20 questões no dia 4 de junho. Já a segunda etapa, será realizada com os classificados da primeira fase, com uma prova discursiva de seis alternativas no dia 19 de outubro. As provas são elaboradas de acordo com o grau de escolaridade dos concorrentes: nível 1 (6º e 7º ano), nível 2 (8º e 9º ano) e nível 3 (ensino médio).
O objetivo do projeto é descobrir novos talentos em matemática, contribuir para estimular o estudo nessa área, além de promover a inclusão social pela difusão do conhecimento. Para tirar todas as dúvidas, acesse o regulamento com as informações sobre condições, prazos, datas e regras previstas para participação na olimpíada.
Os estudantes que tiverem o melhor desempenho na olimpíada, serão premiados com medalhas de ouro, prata, bronze ou certificados de menção honrosa. Os professores também receberão a premiação e as escolas participantes serão premiadas a partir do desempenho de seus estudantes no evento. Posteriormente, todos os medalhistas serão convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC).
O PIC é destinado aos alunos premiados da OBMEP, realizado por meio de uma rede nacional de professores em polos espalhados pelo país. A finalidade é despertar nos estudantes o interesse pela matemática e pela Ciência em geral.
O coordenador regional do evento em Mato Grosso, professor André Krindges, destaca que o OBMEP é um grande caça-talentos e abre portas para outros subprojetos a partir da olimpíada. “Convido todas as escolas a fazer inscrição. É um projeto muito grande que está 100% nos municípios brasileiros. É a maior olimpíada estudantil do mundo, um projeto agraciado com bolsa de estudos, para que os que obtiverem os melhores desempenhos”, complementou.
Olimpíada de Matemática
A olimpíada é um projeto nacional dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). Em Mato Grosso, o evento tem o apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT).
No ano passado foram distribuídas 8.450 medalhas nacionais, sendo 650 de ouro, 1.950 de prata e 5.850 de bronze, além de 51 mil certificados de menção honrosa. Em Mato Grosso, foram 103 premiados, entre estudantes, professores e escolas.
Para mais informações, encaminhar as dúvidas por e-mail: mt01@obmep.org.br.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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