Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

“Internet é terra sem fronteiras, mas tem lei”, alerta delegado em podcast

Publicados

MATO GROSSO

Crimes cibernéticos têm penas graves e são passíveis de prisão, por isso, a vítima tem que denunciar de imediato o ocorrido. Somente no ano passado, a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) da Polícia Civil de Mato Grosso recuperou aproximadamente R$ 2,8 milhões oriundos de golpes e outros crimes praticados pela internet, conforme destacou o delegado da DRCI, Ruy Guilherme Peral, no 15° episódio do podcast Conecta Jovem, que foi ao ar nesta quinta-feira (09.02).

“A Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos tem combatido fortemente, prendido e indiciado pessoas que cometeram golpes. Sabemos que reina uma sensação de impunidade, que há pensamento de que se caiu em um golpe não precisa registrar, mas há punição sim e esses crimes têm pena muito grave. Por isso, a vítima deve procurar a Polícia Civil para poder investigar”, alerta o delegado, que durante o bate-papo trouxe várias dicas importantes para os jovens se protegerem enquanto estiverem usando a internet.

Ruy Guilherme reforçou a importância de redobrar os cuidados nos equipamentos eletrônicos com acesso à internet e que as pessoas lembrem que há perigos escondidos e alguns mais visíveis, como injúrias em comentários em redes sociais. “As pessoas acham que a internet é uma Nárnia, que o que acontece lá é brincadeira, mas hoje a Polícia Civil dispõe de técnicas, métodos e ferramentas suficientes para identificar quem está se escondendo atrás das telas, incluindo perfil fake. Meu recado para os jovens é: tomem cuidado. A internet é uma terra sem fronteiras, mas tem lei”, disse.

Leia Também:  Programação da ‘Folia Cuiabana 2023’ é lançada nesta segunda-feira (6), às 15 horas

No podcast o delegado revela quais os principais crimes que atualmente são cometidos pela internet, desde comentários em redes sociais, passando pelo recebimento de e-mails, SMS e mensagens de WhatsApp, a golpes cometidos quando a vítima faz uso de cartão de crédito, e dá sugestões práticas para que as pessoas não fiquem tão suscetíveis ao perigo.  Também traz dicas para os pais sobre como evitar que as crianças corram risco ao usar a internet.

Leia Também:  Governo de MT debate com ministros regulamentação da pesca esportiva e fortalecimento do turismo regional

O episódio completo está disponível pelo YouTube e Spotify

FOLHA DO ESTADO ON-LINE

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Corrida De Cara Limpa Contra as Drogas reúne mais de 900 atletas na Capital

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA