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Intervenção convoca 359 aprovados no concurso da Secretaria Municipal de Saúde

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O Gabinete de Intervenção Estadual na Saúde de Cuiabá convocou 359 aprovados no concurso público da Secretaria Municipal de Saúde. A lista com os nomes dos convocados, documentos, exames, certidões e declarações necessários para a posse constam em edição extra do Diário Oficial do Estado dessa quarta-feira (10).

Os convocados têm o prazo de 30 dias para apresentar os documentos exigidos para a nomeação. O objetivo é dar posse aos candidatos já no dia 31 de maio de 2023.

Entre os aprovados convocados estão 137 médicos, sendo 78 clínicos gerais e 21 pediatras, uma das especialidades com maior demanda atualmente. Ainda foram chamados especialistas em dermatologista, endocrinologista, infectologista, nefrologista, neurologista, pneumologista, psiquiatra, proctologista, reumatologista e urologista.

Além dos médicos, foram convocados 75 enfermeiros, 126 técnicos de enfermagem, 15 especialistas em Saúde Coletiva que vão atuar na atenção primária, cinco profissionais de recursos humanos na saúde, um engenheiro sanitarista e um terapeuta ocupacional.

Os documentos necessários para a nomeação devem ser enviados exclusivamente pela Plataforma Virtual de Entrega Documental – GPE.

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A contratação de profissionais foi uma das prioridades da equipe de intervenção. No início da intervenção, em março de 2023, havia 28 unidades de saúde sem médicos. Mas, com as contratações emergenciais, foi possível colocar profissionais em todas elas. Agora, com as contratações dos concursados, o atendimento de saúde à população será ampliado.

Orientações e informações sobre a convocação dos aprovados podem ser obtidos com a Coordenadoria de Provimento e Desligamento da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, pelo telefone (65) 9 9201-9514.

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Vereador Alex Rodrigues apresenta projeto de lei para proteger mulheres de violência sexual em hospitais de Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues apresentou na Câmara Municipal de Cuiabá um Projeto de Lei que estabelece medidas preventivas contra a violência sexual praticada contra mulheres em ambientes hospitalares. A proposta visa garantir que toda paciente tenha o direito de ser acompanhada por uma pessoa de sua confiança em consultas, exames, tratamentos e procedimentos cirúrgicos que envolvam sedação ou exposição do corpo.

Segundo Alex Rodrigues, a iniciativa nasce da necessidade de criar mecanismos de proteção para mulheres que, em situações de vulnerabilidade, especialmente sob efeito de sedativos, ficam mais expostas a riscos de abuso. O texto do projeto determina que hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios e postos de saúde, tanto públicos quanto privados, não poderão impedir a presença de um acompanhante escolhido pela paciente.

O direito também vale para cirurgias eletivas, estéticas e exames que exijam sedação. Mesmo quando a equipe de atendimento for composta exclusivamente por profissionais mulheres, a paciente continuará tendo direito ao acompanhante.

Regras especiais para centros cirúrgicos e UTIs

O projeto de Alex Rodrigues também prevê exceções em áreas críticas, como centros cirúrgicos e unidades de terapia intensiva. Nesses casos, e apenas quando houver justificativa técnica relacionada à segurança, o acompanhante deverá ser obrigatoriamente um profissional de saúde. A suspensão temporária da presença do acompanhante só poderá ocorrer se houver interferência negativa no trabalho da equipe médica.

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A proposta estabelece ainda que a paciente deve ser informada previamente sobre o direito ao acompanhamento. Se isso não ocorrer, ela poderá remarcar o procedimento sem prejuízo. Em casos que envolvam sedação ou exposição do corpo, será obrigatório um termo declarando que a paciente tomou ciência dessa garantia.

O vereador também incluiu na proposta a autorização para que o Poder Executivo crie comissões de acompanhamento e fiscalização, responsáveis por monitorar o cumprimento da lei e levantar estatísticas sobre sua efetividade.

Na justificativa do projeto, Alex Rodrigues ressalta que a violência sexual no ambiente hospitalar, embora pouco discutida, é uma realidade preocupante. Situações de anestesia, sedação ou incapacidade momentânea de defesa colocam mulheres em posição de extrema vulnerabilidade, o que exige ações concretas do poder público para garantir segurança, dignidade e proteção.

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