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Janaina desponta em Cuiabá e Jayme, em VG, para o governo

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Durante pesquisa do Instituto Gazeta Dados realizada em Várzea Grande, também foram apresentados nomes que poderiam disputar a eleição para governador em 2026. Neste quesito, o nome do senador Jayme Campos (União) foi o mais lembrado com 32% das intenções de voto.

 

 

Em segundo aparece a deputada estadual Janaina Riva (MDB) com 13%, seguida pelo deputado Lúdio Cabral (PT) com 7%.

Depois aparecem empatados em 4º lugar o senador Wellington Fagundes (PL), o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) e o ministro da Agricultura e Pecuária Carlos Fávaro (PSD), com 4% cada um.

 

Fecha a lista o vicegovernador Otaviano Pivetta (Republicanos) com 2%. Brancos e nulos somam 10% e não souberam ou não quiseram responder 24%.

 

Rejeição Governo
Já em relação à rejeição dos possíveis candidatos ao Palácio Paiaguás, o prefeito Emanuel Pinheiro segue liderando este quesito em Várzea Grande por 22% dos entrevistados.

 

Depois aparece o senador Jayme Campos com 13% de rejeição dos várzea-grandenses, Janaina Riva 6%, Lúdio Cabral e Wellington Fagundes com 5% cada um, Fávaro 4% e Pivetta como o menos rejeitado com 3%. Não responderam 31% e 11% de brancos e nulos.

 

A disputa pela sucessão ao governo Mauro Mendes (União) já vem movimentando os bastidores desde agora, já que ele não poderá se reeleger. Dentro do seu grupo político, existem outros nomes também cogitados, como o ex-senador Cidinho Santos (PP) e o chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), além de Jayme e Pivetta.

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Senado
Já na disputa ao Senado para 2026, quando se poderá escolher dois nomes para votar, o senador Jayme Campos que poderá buscar a reeleição, já que terminará o seu mandado, é o mais lembrado com 24% para o primeiro voto de senador. Ele é seguido pelo governador Mauro Mendes (União) com 21% da intenção de votos dos várzea-grandenses.

 

Caso resolva ser candidato ao Senado, Mendes deverá renunciar ao mandato de governador do Estado até 31 de março de 2026.

 

Em terceiro lugar aparece o nome da emedebista Janaina Riva com 9% de preferência dos entrevistados. Depois vem Wellington Fagundes, Lúdio Cabral, Emanuel Pinheiro e Carlos Fávaro empatados com 3% cada um.

 

Depois vem a ex-deputada Rosa Neide (PT) e o deputado federal José Medeiros (PL) com 2% cada. E fechando a lista Otaviano Pivetta com 1%. Brancos e nulos chegam a 7% e não quiseram responder 22%.

 

Neste cenário, além de Jayme, Fávaro também buscará à reeleição. Já Fagundes acabou de ser reeleito senador e seu mandato vai até 2030.

 

Já em relação ao segundo voto para senador do eleitorado cuiabano, Mauro Mendes é o mais lembrado com 15% das intenções de voto como segunda opção. Jayme Campos aparece com 13%.

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Janaina Riva aparece como 2º voto para 10% dos entrevistados. Wellington Fagundes vem depois com 6%, Carlos Fávaro 5%, Lúdio e Rosa Neide com 4% cada um, Pivetta e Emanuel Pinheiro 2% cada, e Medeiros e Antônio Galvan (Novo) com 1% cada. Brancos e nulos 9% e não souberam ou não quiseram responder 28%.

 

Rejeição Senado

O Gazeta Dados mediu também a rejeição dos postulantes a representar os várzea-grandenses no Senado Federal. O prefeito Emanuel Pinheiro é rejeitado por 14% dos entrevistados. O segundo mais rejeitado é Jayme Campos com 11%, Janaina Riva 6%, Wellington Fagundes, Fávaro e Mauro Mendes com 5% cada um.

 

Depois vem Lúdio Cabral 4%, Rosa Neide, Pivetta e Medeiros com 2% para cada um. O menos rejeitado é Galvan com 1%.

Os que responderam que poderiam votar em qualquer um 13% e não responderam somaram 30%.

 

A pesquisa foi realizada com 800 moradores de Várzea Grande entre os dias 20 e 23 de agosto. O método utilizado é o Survey, que consiste em pesquisa de metodologia quantitativa com realização de entrevistas utilizando questionário estruturado junto a uma amostra representativa da população. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A margem de confiança é de 95%, e foi registrada sob o nº MT08126/2024 na justiça eleitoral.

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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