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Justiça mantém prisão de supostos líderes do Comando Vermelho em Mato Grosso

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A juíza Ana Cristina Mendes, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, manteve prisões decretadas em face de oito supostos membros da organização criminosa Comando Vermelho (CV-MT). Processo é proveniente da Operação Red Money.
 
A investigação da operação Red Money apurou grande esquema de lavagem de dinheiro e movimentação financeira por parte do CV-MT, com a utilização de empresas de fachadas, contas bancárias de terceiros e parentes de presos. Os criminosos investigados na operação eram responsáveis, segundo acusação, pela arrecadação financeira e movimentação de R$ 52 milhões, entre entradas e saídas de contas bancárias.

Conforme os autos, liberdade foi indeferida em nome de Demis Marcelo, Janderson dos Santos, Paulo Ricardo, Wambastter Olliom, Ulisses Batista, Jonas Souza, Fábio Aparecido e Francisco Soares. Decisão é do final de dezembro.
 
Demis chegou a apresentar pedido de revogação da prisão sob o argumento de que o requerente é hipertenso, o que o coloca no grupo de risco para a Covid-19, juntando aos autos o atestado médico acerca da comorbidade.
 
Na decisão, Ana Cristina salientou que Demis, vulgo “Fusca”, tem posição de liderança na organização criminosa, por ser o responsável pelos cadastros pelas taxas cobradas para o funcionamento das “biqueiras” ou bocas de fumos.
 
Janderson, vulgo “Cawboy”, possui, em tese, posição de liderança na movimentação do tráfico de drogas dentro e fora da Penitenciária Central do Estado. Jonas, em tese, tem papel de liderança dentro da organização e seria responsável pela criação da empresa JL informática Comércio e Serviços, utilizada para movimentar recursos financeiros obtidos de maneira criminosa.
 
Francisco, vulgo “Brasília” ou “DF”, seria, em tese, um dos líderes do núcleo financeiro da Organização Criminosa, tendo movimentado quantia superior a R$ 5 milhões.
 
Ao examinar possível liberdade, a magistrada salientou que envolvimento dos acusados com a organização criminosa já é impedimento à soltura, “porquanto é colocar em risco a sociedade, a credibilidade do Poder Judiciário e, pior ainda, é estimular a prática de delitos da mesma natureza”.
 
“Pode-se concluir que a pandemia que assola o mundo, não é sinônimo de concessão de liberdade indiscriminadamente e não pode ser usada como ‘desculpa’ para soltar presos que além de possuírem históricos de reiteração delitiva, em tese, faz parte de uma complexa, estruturada e perigosa Organização Criminosa, que precisa ser contida e desmantelada”, concluiu a magistrada, negando liberdade.

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FONTE/ REPOST: REDAÇÃO-  OLHAR DIRETO

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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