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Kalil Baracat aborda políticas para mulheres, agricultura familiar e infraestrutura em lançamento de campanha

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O candidato à reeleição em Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), participou de três reuniões na noite de sexta-feira (23), onde discutiu políticas públicas para as mulheres, agricultura familiar e a pavimentação asfáltica que melhorou a vida dos moradores do bairro Alameda Júlio Muller.

Na Alameda, ele prestigiou o lançamento oficial da candidatura do vereador Joaquim Antunes (PSDB), que busca o quarto mandato. Centenas de pessoas fecharam a Rua do Curtume para apoiá-lo, bem como Kalil Baracat e o candidato a vice-prefeito, Pedrinho Tolares (União).

Uma das apoiadoras é a advogada Fernanda Fernandes, moradora do bairro Alameda. Ela afirmou que a decisão pela reeleição de Kalil Baracat é devido às melhorias que ele trouxe ao local.

“O bairro Alameda precisava de muita infraestrutura, especialmente no que diz respeito ao asfalto. Eu acredito que a população, nesse sentido, se sentiu bem representada porque o asfalto chegou aqui. Não há um trecho que não seja asfaltado. Temos também um posto de saúde e uma creche. Então, acredito que era um bairro esquecido por outras gestões, mas que teve um olhar diferenciado na gestão do Kalil.”

O senador Jayme Campos (União) também participou do ato político. Ele destacou os avanços que a administração de Kalil Baracat realizou na cidade em três anos e meio de mandato.

“Nós não podemos parar esse desenvolvimento. Precisamos garantir ao Kalil a maior vitória já vista na política de Várzea Grande. Por quê? Porque ele sabe trabalhar, respeita o povo de Várzea Grande, faz uma política diferenciada. Não é como aqueles que só sabem criticar o homem público ou o candidato, com ódio no coração. O homem público precisa ter o compromisso com a sua gente, de melhorar o bem-estar da nossa população, e é isso que o Kalil tem feito nesses últimos três anos como prefeito desta cidade.”

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Em seu discurso, Kalil Baracat afirmou que pretende deixar sua marca e ser um dos melhores prefeitos da cidade. Ele lembrou que foi responsável pela construção de três estações de tratamento de esgoto, licitou a obra da nova rodoviária de Várzea Grande e implantará o prometido mercado municipal da cidade.

“Quero continuar trabalhando de sol a sol, olhando nos olhos do eleitor e trazendo as melhorias que a cidade precisa. Estou liderando novamente esse processo político, com candidatos que têm compromisso com esta cidade. Sabemos das demandas existentes e temos o apoio do Governo do Estado, da Assembleia Legislativa, da bancada federal, por meio do senador Jayme, para deixar Várzea Grande melhor.”

No Jardim Paula 2, Kalil prestigiou o lançamento da candidatura a vereador de Laudêncio Bispo (MDB), ex-presidente da Cooperativa de Comercialização de Agricultores Familiares de Economia Solidária e Extrativismo da Baixada Cuiabana (Coopeveg).

Localizada em Várzea Grande, a cooperativa reúne 21 pequenos produtores da região do Formigueiro e Dorcelina Folador, além de outros associados de municípios da baixada.

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A comercialização dos produtos é a principal dificuldade. Kalil Baracat tem propostas para ajudar os pequenos produtores, como a construção do Mercado da Agricultura Familiar e a ampliação, criação e valorização das feiras livres.

Kalil também prestigiou uma reunião organizada pelo movimento K15 Mulher. A reunião, liderada por Fernanda Tolares, esposa do candidato a vice-prefeito Pedrinho Tolares, reuniu cerca de 100 mulheres na sede do diretório municipal do MDB. Foram apresentadas às mulheres as ações desenvolvidas por ele, como a Casa de Sarita, a nova Casa de Amparo para as vítimas de violência, e a primeira maternidade pública de Mato Grosso.

Apoio – Ainda na noite de ontem, a candidata a vereadora Ivone Portugal (União), se lançou pela primeira vez nas eleições justamente por confiar no trabalho do prefeito Kalil. Moradora há 11 anos da região da Ponte Nova, ela frisa que muito foi feito e que mais ainda poderá ser realizado em parceria com lideranças comunitárias e com um Legislativo que o apoie. “Eu acredito no prefeito. Ele está fazendo um bom trabalho. Por onde a gente anda, as pessoas falam muito bem dele. Estamos unidos para ajudar Kalil a vencer mais uma vez”.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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