MATO GROSSO
Laudo constata DNA nas partes íntimas de vítima de 13 anos e desmente versão de pedreiro
MATO GROSSO
Um laudo da Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) comprovou que o material genético coletado nas partes íntimas da adolescente Manuela Calvi Cardoso, 13 anos, é compatível com a amostra de DNA do pedreiro Gilberto Rodrigues dos Anjos, 32 anos. O resultado desmente a versão apresentada pelo investigado em depoimento de que não teve relação carnal com a vítima.
A mãe e três filhas foram encontradas mortas no dia 27 de novembro. Elas foram brutalmente assassinadas por um pedreiro que trabalhava e morava em uma obra no terreno ao lado da casa delas. Algumas horas após a descoberta do crime, o assassino foi identificado e preso em flagrante, enquanto trabalhava normalmente.
Em depoimento, o criminoso confessou o crime e alegou que não tinha intenção de matar as vítimas e nem abusar delas, mas sim roubar. No interrogatório, o criminoso alegou que teria passado os dedos nas partes íntimas das vítimas enquanto elas agonizavam, e não teria tido conjunção carnal.
No entanto, uma dos laudos realizados pela Politec comprovaram que a alegação do autor do crime não era verídica, pois havia material genético do criminoso nas partes íntimas da vítima. O documento foi anexado no inquérito policial.
Os laudos periciais da mãe de Manuela, Cleci Calvi Cardoso, 46 anos, e das irmãs Miliani Calvi Cardoso, 19 anos, e Melissa Calvi Cardoso, 10 anos, deverão ficar prontos nos próximos dias, pois ainda estão sendo processadas as amostras de material genético.
Autor: Leia Agora, Eloany Nascimento – Foto: Reprodução
MATO GROSSO
Enfermagem responde por mais da metade do quadro de profissionais do Hospital Central
Do total de 1.100 colaboradores que atuam no Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, mais de 54% têm formação em enfermagem, o que corresponde a 597 pessoas. Estes colaboradores estão distribuídos em diversas funções, sendo que 11 deles ocupam posições de liderança. Este quadro reflete a versatilidade de atuação da categoria no setor da saúde.
A diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, é enfermeira há 24 anos e destaca a capilaridade de funções que um enfermeiro pode assumir hoje em dia.
Alessandra é a primeira enfermeira formada no Ensino Einstein a assumir a liderança de um hospital administrado pelo Einstein.
Do total de profissionais com formação em enfermagem do Hospital Central, 579 atuam diretamente em setores de assistência, como enfermeiros ou técnicos de enfermagem. Outros sete têm formação em enfermagem, mas desempenham outros trabalhos distintos da assistência, como nas estruturas de Qualidade e Segurança. Dentre as 11 lideranças de enfermagem, estão sete coordenadores, três gerentes e a diretora.
“Hoje, a enfermagem tem uma permeabilidade muito grande dentro das organizações. Então, além da assistência, são inúmeras possibilidades, inclusive de gestão. As habilidades que um enfermeiro desenvolve ao longo de sua carreira proporcionam isso. É um profissional que pode atuar no ensino, na pesquisa, na inovação”, enumera Alessandra.
Para aqueles que se interessam em trilhar a carreira, cuja data alusiva é 12 de maio, Dia do Enfermeiro, o Ensino Einstein está com vestibular aberto para o curso de enfermagem. Acesse https://ensino.einstein.br/graduacao_em_enfermagem_gradtp2/p?sku=2&cidade=sp e se informe mais. Para técnico de enfermagem, as inscrições do curso vão até 7 de junho, veja aqui https://ensino.einstein.br/curso_tecnico_em_enfermagem_p0444/p?sku=11925&cidade=sp mais detalhes. Ainda estão abertas vagas para pós-graduação na área. Confira neste link https://ensino.einstein.br/pos-graduacao/especializacao/Enfermeiro*?O=OrderByScoreDESC&PS=12&map=c,c,specificationFilter_114.
Sobre o Einstein
O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc. Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.
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