MATO GROSSO
Mais de 615 mil consumidores já se cadastraram no programa Nota MT
MATO GROSSO
Desde seu lançamento, em junho de 2019, o programa Nota MT, do Governo de Mato Grosso, vem conquistando os consumidores mato-grossenses. Neste mês de janeiro, o programa ultrapassou a marca dos 615 mil usuários cadastrados. Entre eles estão os 47.993 cidadãos sorteados nesses mais de quatro anos de programa. Juntos, eles já receberam R$ 30.581.500,00.
A empresária Nathalia Caroline dos Santos Silva, de Cuiabá, faz parte dos inscritos no Nota MT e também integra o time de sortudos contemplados nos sorteios mensais. Ela, que é cadastrada no programa há muito tempo e sempre pede o CPF na nota, ganhou pela primeira vez no sorteio realizado no dia 11 de janeiro.
“Eu sempre peço o CPF na nota e falo ‘vai que ganho no Nota MT?’ E agora eu ganhei”, afirma a empresária, que sempre manteve a esperança de ser sorteada.
Nathalia conta que ficou sabendo do prêmio por intermédio dos primos, que a avisaram, e na hora ficou muito feliz.
“Eu gastei apenas R$ 22 e ganhei um prêmio de R$ 500. É uma sensação muito boa saber que o que eu gastei está sendo retribuído de alguma forma, além de poder ajudar uma entidade social”, afirma. A instituição indicada pela ganhadora foi o Instituto Lions da Visão que será beneficiado com 20% do valor do prêmio.
Em média, 400 mil consumidores concorrem aos R$ 900 mil sorteados mensalmente. O valor é distribuído em dois prêmios de R$ 100 mil, três de R$ 50 mil, cinco de 10 mil e outros mil de R$ 500.
Além disso entidades filantrópicas que são cadastradas no programa e indicadas pelos ganhadores recebem 20% de cada um dos prêmios, perfazendo um total de R$ 180 mil destinado a área social – valor, esse, que contribui com manutenção de projetos que beneficiam a sociedade em diversas causas.
Ao participar do Nota MT, o cidadão, além de concorrer aos sorteios mensais, pode ter desconto no IPVA, consultar os preços de mercado dos produtos e, principalmente, exercer a cidadania fiscal ao pedir o CPF na nota.
Como se cadastrar
O consumidor que ainda não faz parte do Nota MT e quer concorrer as premiações pode realizar o cadastro no site www.nota.mt.gov.br ou aplicativo. Na hora do cadastro também é indicada a instituição filantrópica a qual o consumidor pretende ajudar. A instituição, porém, precisa ser cadastrada junto à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc). Caso o consumidor seja sorteado, a entidade ganha o equivalente a 20% do prêmio.
Depois do cadastro, basta pedir o CPF nas notas fiscais (NF-e e NFC-e) de compras realizadas em estabelecimentos comerciais do Estado ou nas viagens de ônibus, pois os bilhetes eletrônicos de passagens intermunicipais e interestaduais (BP-e) também geram bilhetes para os sorteios.
*Sob supervisão de Lorrana Carvalho
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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