MATO GROSSO
Março, mês das Mulheres: celebração e reflexão
MATO GROSSO
Em março é comemorado o Dia Internacional da Mulher.
Relevante data para reconhecermos a importância de políticas públicas para o fortalecimento do protagonismo feminino.
Nos últimos anos tivemos importantes avanços como, o direito ao voto, em 1932, e a Lei Maria da Penha, em 2006, que visa proteger mulheres vítimas de violência doméstica.
Apesar de todos esses avanços, ainda vivenciamos um cenário de total desrespeito e de machismo.
O que podemos fazer para mudar? Essa é uma pergunta que sempre me faço.
De nada adianta termos uma série de políticas públicas, se não colocarmos em prática.
Durante minha jornada, enquanto Presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, busquei um mandato plural, onde todos os “diferentes” tiveram espaço e vez.
Com a ajuda da minha noiva, Amabila Camargo, e das Servidoras daquela Casa de Leis, entendi a importância de uma sala destinada integralmente a mulher. Quando instalamos a Sala da Mulher.
A partir de então conseguimos contemplar muitas mulheres, com entrega de cestas básicas; principalmente, as mulheres chefes de famílias; além de desenvolver outras inúmeras atividades, que ressaltou a importância do protagonismo feminino.
Outro ponto importante, no âmbito Municipal, foi a instalação da Sala de Amamentação, na Câmara Municipal de Cuiabá; com o objetivo de oferecer um espaço confortável para as Servidoras e visitantes, lactantes.
O feito inédito no Centro Oeste foi um case de sucesso, recebendo elogios de diversas personalidades políticas.
Dessa forma, a minha intenção é trazer essa ideia para o Estado, a fim de que as Servidoras e demais mamães que visitam os órgãos públicos, possam ter um espaço tranquilo para amamentar os seus filhos.
Mas, agora, você deve estar se perguntando porque fiz esse resgate?!
Respondo, com propriedade que, o objetivo é mostrar que nós, homens, precisamos ter um olhar mais sensível e garantir que as mulheres possam ter o seu espaço.
Sou defensor da ideia de que o lugar da mulher é onde ela quiser; e gostaria muito de que elas ocupassem os cargos importantes nas instituições privadas e nos órgãos políticos.
Começo meu mandato, como Deputado estadual, com muita vontade de trabalhar.
E, por isso, quero dialogar com todos os mato-grossenses, a fim de buscar um Estado mais igualitário a todos.”
Juca do Guaraná
Bacharel em Direito e Deputado Estadual de Mato Grosso
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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