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DADOS DO IBGE

Mato Grosso registra a menor taxa de desemprego dos últimos 10 anos

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MATO GROSSO

Mato Grosso registrou, no segundo trimestre de 2023, a menor taxa de desemprego dos últimos 10 anos, com apenas 3% de desocupação. 

A informação consta no último relatório da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o informativo, Mato Grosso avançou de 4,5% de desempregos no 1º trimestre de 2023 para 3% no segundo trimestre. No ranking geral, o estado obteve o 2º melhor desempenho do país, ficando atrás apenas de Rondônia, com 2,4%.

Além disso, Mato Grosso foi o estado que percentualmente mais cresceu em geração de empregos nos primeiros seis meses do ano, com alta de 4,81%

“Essa notícia é motivo de muita alegria. Nesse primeiro semestre foram mais de 40 mil novos empregos gerados. Boa parte disso na construção civil, por meio das obras que o Governo do Estado tem tocado em todas as regiões”, relatou o governador Mauro Mendes.

O governador ainda destacou que as medidas adotadas pela atual gestão fizeram Mato Grosso se tornar atrativo para novos investimentos e, consequentemente, para a geração de empregos. 

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Entre elas se destacam a redução de mais de 140 impostos e taxas, isonomia e rapidez na concessão de benefícios fiscais, redução de burocracia, mais celeridade na análise de licenças ambientais e cadastros ambientais rurais, e o fato de Mato Grosso ter retomado a credibilidade perante fornecedores e investidores, com uma gestão fiscal que é destaque no país.

“Estão de parabéns todos os empreendedores, servidores, e todos aqueles que têm ajudado a construir essa belíssima história do nosso estado”, finalizou. 

Confira a série histórica da taxa de desemprego em Mato Grosso:

 

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MATO GROSSO

Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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