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Mauro Mendes critica insatisfação social e alerta sobre eleição de “malucos” em meio a crises políticas

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O governador Mauro Mendes (União) afirmou que a insatisfação social com a política do país faz a população eleger “malucos”. A declaração foi dada durante bate-papo do Bradesco Agrosummit, nesta quarta-feira (11), quando o chefe do Executivo falava da crise entre o governo e Congresso Nacional.

Sem citar diretamente candidatos, o gestor exemplificou que o descontentamento faz com que a população escolha representantes que surgem por meio de “fenômenos” ou se popularizem com “frases de efeitos”.

“Olha o que está acontecendo na cidade de São Paulo. Fenômenos já aconteceram e vão continuar acontecendo. Eu entendo que isso é uma reação da sociedade, que, diante de tanta sandice e maluquice, acaba escolhendo um maluco também. Acabam escolhendo alguém que fale uma frase de efeito, que faz sentido na cabeça dele, e aí, de maneira muito irresponsável, escolhemos os líderes para o país, cidade e Estado”, argumentou.

 


No evento, o Mendes comentou sobre os atritos entre Executivo e Legislativo, o que atribuiu à perda de autonomia do governo sobre o orçamento.

Isso porque a cada ano o Congresso Nacional vem ganhado mais poder sobre o controle das emendas parlamentares, que é a principal moeda de troca para o Executivo negociar a aprovação de pautas de interesse para administração. Com essas emendas, senadores e deputados aplicam os recursos em obras, projetos ou prioridades de seus polos eleitorais.
Parte da gestão dessas emendas foram ampliadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com o chamado “orçamento secreto”, em um movimento contínuo com as gestões passadas.

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“Houve uma grande mudança desde o último mandato com essa política que o ex-presidente fez e, a meu ver, trouxe consequências muito nefastas para o país. O Brasil perdeu muito, isso está se espalhando por todas as Assembleias Legislativas, Estados, Câmeras de Vereadores e prefeitos que ficaram sem R$ 1 para investir. O parlamento municipal foi lá e falou ‘quero 2% do orçamento pra distribuir’ e o prefeito ficou sem dinheiro para pagar a folha salarial”, disse.

Mendes afirmou que a situação tem gerado um efeito cascata em Estados e municípios. “Esse modelo está errado, isso criou um problema político pro governo Federal. No meu gabinete, tem deputado que esse ano nem entrou, porque também tem emenda impositiva lá no Mato Grosso. É um modelo perverso, que desperdiça dinheiro público e não aplica de forma eficiente”, acrescentou.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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