MATO GROSSO
Mercado imobiliário desacelera no primeiro trimestre de 2023 em Cuiabá
MATO GROSSO
Com faturamento de R$ 1.088 bilhão, o mercado imobiliário em Cuiabá, no primeiro trimestre de 2023, recuou -5,17% no comparativo com o primeiro trimestre do ano passado, quando somou R$ 1.147 bilhão. Os dados levantados pelo Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT), em parceria com a Secretaria de Fazenda do município e apoio da Fecomércio-MT, também mostram recuo de -7,26% no número de unidades comercializadas, passando de 2,4 mil nos três primeiros meses de 2022 para os atuais 2,2 mil em 2023.
Segundo análise do Secovi-MT, o mercado imobiliário tem como motor a política de juros. A taxa básica (Selic) vem sendo mantida em patamares relativamente elevados pelo Banco Central, a fim de conter a inflação, o que impacta na capacidade de financiamento dos potenciais compradores. Com isso, a prestação fica mais alta e/ou valor financiado fica menor.
O presidente do Secovi-MT, Marco Pessoz, esclarece que já era esperado um recuo no primeiro levantamento do ano, em razão da alta taxa de juros e, em especial, quando há uma troca de comando na política nacional, o que traz certa insegurança para novos investimentos. “O mercado esperava uma maior redução nos números, mas os dados ainda trouxeram resultados positivos para o segmento imobiliário da capital. Vivemos bons momentos nos últimos anos, superando, inclusive, uma pandemia que afetou todos os segmentos produtivos. Os dados atuais nos fazer acreditar em um 2023 melhor do que foi em 2022”.
Reflexo disso é o aumento no ticket médio de venda dos imóveis comercializados em Cuiabá, que passou de R$ 465,6 mil entre janeiro e março de 2022 para R$ 476,1 mil sobre os mesmos meses de 2023, um aumento de 2,26% no período analisado.
Para o responsável técnico pela pesquisa e vice-presidente do Secovi-MT, Guido Grando Junior, a atual conjuntura econômica também pode favorecer o segmento imobiliário. “A instabilidade que se abateu sobre o mercado financeiro também reiterou a segurança que o investimento no mercado imobiliário representa. Observamos que a queda na pesquisa não foi tão grande, e o volume de negociações ainda se mantém muito superior ao período pré-pandemia”.
A maioria dos imóveis vendidos nos três primeiros meses do ano são usados, 2.129 mais precisamente, e apenas 157 novos. Os principais imóveis comercializados foram prédios, seguido de casas e terrenos. As regiões mais procuradas são a Leste e a Oeste, consideradas áreas residenciais da capital mato-grossense.
O estudo de evolução do mercado imobiliário conta com o apoio da Fecomércio-MT e é realizado desde 2015 pelo Secovi-MT em uma parceria com a Secretaria de Fazenda do município de Cuiabá, com fonte dos dados do ITBI municipal.
Para ter acesso ao estudo, clique AQUI.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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