MATO GROSSO
Mixto Feminino ganha título invicto e inédito com apoio do Governo de Mato Grosso
MATO GROSSO
As Tigresas, como são chamadas as jogadoras, foram campeãs do Campeonato Brasileiro Série A3, ao ganharem do Remo (PA) por 2 a 0, na Arena Pantanal, no domingo (25.06). Elas também venceram o jogo de ida no Pará com o mesmo placar: 2 a 0.
O Governo de Mato Grosso desenvolve desde 2022 o Programa Mato Grosso Série A. Os times de Mato Grosso das Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro masculino e das Séries A1, A2 e A3 do feminino, organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), são contemplados com o programa. A base legal do investimento é o decreto 1418/2022 e a Lei 11.550/2021.
O secretário Jefferson Carvalho Neves explicou a importância do apoio financeiro do Governo para o Mixto ter suporte e tranquilidade em campo e na administração para o primeiro título do futebol profissional inédito para Mato Grosso.
“Se um time mato-grossense, masculino ou feminino, estiver na Série A ou A1 do Campeonato Brasileiro, recebe R$ 3,5 milhões por ano. O time que estiver na Série B ou A2, recebe R$ 2 milhões, o que vai ser o caso do Mixto agora. O time recebe esse recurso para ter apoio durante a temporada toda”, afirmou. Os times na Série C masculina ou A3 feminina recebem R$ 1,5 milhão e na série D do masculino, R$ 1 milhão.
“Esse recurso vai permitir ao time ter estrutura, profissionalismo, comprar uniformes, ter logística de treinamento e jogos, pagar o salário das jogadoras em dia. Estamos felizes por essa meta e resultado do Mixto, e agradecemos ao governador Mauro Mendes e à Assembleia Legislativa pelo apoio dado”, disse.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Empreendedorismo feminino cresce 20% em MT e já soma 244 mil donas de negócios
A necessidade financeira e a oportunidade de atuar na área desejada impulsionam o aumento de mulheres no empreendedorismo. Pesquisa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) revela que 244 mil mulheres são donas do próprio negócio no estado. O volume expressivo representa crescimento de 20% em relação a 2025. Em todo o país, são 11 milhões de empreendedoras.
A diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destaca que essa presença vai além dos números e reflete uma transformação social profunda. “Grande parte das empreendedoras é mãe e responsável pelo sustento do lar. Observamos que, cada vez mais, elas estão mais capacitadas e qualificadas para tocar o próprio negócio em busca de independência, o que transforma a realidade de suas famílias e comunidades por meio da gestão empresarial”, afirma Lélia.
Os números do levantamento confirmam a análise e traçam um perfil detalhado: seis em cada dez dessas mulheres têm entre 25 e 44 anos. No âmbito familiar, 61% são casadas, enquanto solteiras e divorciadas somam 16% cada; 68% do total possuem filhos. Quanto à escolaridade, 47,7% concluíram o ensino médio, 38,1% têm ensino superior e 1,8% possuem pós-graduadas, o que evidencia uma base educacional sólida para a condução das empresas.
No que diz respeito à atuação no mercado, o setor de serviços lidera com 40%, seguido de perto pelo comércio, com 38%. Os nichos de maior destaque incluem higiene e cosméticos, moda, alimentos e bebidas, saúde e bem-estar e artesanato. A maturidade desses empreendimentos também chama a atenção: 42,9% das empresas são consideradas consolidadas, com tempo de atuação entre 3,5 e 9 anos.
A motivação para abrir o próprio negócio se divide entre sonho e realidade. Enquanto 40% das entrevistadas empreendem por oportunidade, outros 40% o fazem por necessidade financeira. Além disso, a busca por autonomia (31%), a paixão por determinado trabalho (29%) e o desejo por horários mais flexíveis (22%) aparecem como fatores determinantes para a decisão de investir na própria trajetória profissional.
Barreiras
Apesar do crescimento, o acesso ao crédito permanece como um dos principais gargalos para a expansão desses negócios. A pesquisa aponta que três quartos das empreendedoras enfrentam dificuldades nessa área: 31% nunca buscaram crédito, 20% nunca procuraram, mas têm interesse; e 22% já tentaram obter o recurso, mas tiveram o pedido rejeitado. Quando conseguem financiamento, destinam o capital prioritariamente a capital de giro, reformas, ampliação, compra de materiais e quitação de dívidas.
Outro ponto crítico é a informalidade, alimentada por entraves burocráticos e receios financeiros. Para 38% das mulheres, o excesso de burocracia representa o maior obstáculo à formalização, enquanto 21% admitem medo de assumir compromissos fiscais. Além disso, 20% das entrevistadas não veem necessidade imediata de formalizar o negócio. Na visão de analistas, os indicadores mostram espaço importante para ações de conscientização e simplificação de processos por parte dos órgãos de apoio.
Sobre a pesquisa
O levantamento especial feito pelo Sebrae/MT foi realizado por meio de entrevistas telefônicas, com 1.304 empreendedoras no estado de Mato Grosso. O estudo apresenta uma taxa de confiança de 95% e margem de erro de 4%.
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