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Mobilizados, Sintep e Simvag protestam e cobram 27% de RGA da prefeitura de VG

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Dois importantes sindicatos de Várzea Grande, Simvag e Sintep, mobilizaram os servidores públicos nesta quarta-feira (5) para pressionar o prefeito, Kalil Baracat (MDB), a pagar cerca de 27% da Revisão Geral Anual (RGA), pendente desde 2018. O protesto ocorreu em frente a secretaria municipal de Saúde, localizada na Avenida da FEB.

Segundo a presidente de Simvag, Maria Rosaine, o Executivo se nega a debater com os representantes do funcionalismo público qualquer possibilidade de pagamento deste direito, atropelado pelo atual prefeito várzea-grandense. “Buscamos nos últimos 90 dias negociar com a equipe do prefeito, Kalil. Em todas as nossas tentativas, não houve avanço no cumprimento de nossos direitos. Diante da falta de diálogo, não nos restou outra alternativa, senão levar ao conhecimento do povo a nossa indignação, pois estamos sem receber RGA desde 2018”, justificou Maria. Com informações do jornalista, Pedro Luis.

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Fonte: https://odocumento.com.br/

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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