MATO GROSSO
Moradores sugerem mais faixas elevadas, sinalizações e investimentos em saneamento básico em Várzea Grande
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Mais faixas elevadas próximo às escolas, aumento nas sinalizações em ruas e avenidas, novos viadutos para desafogar o trânsito, novas vias de acesso à Cuiabá, mais brigadas de incêndio na cidade e um projeto de guardiões das Áreas de Preservação Permanente (APP) são algumas das propostas apresentadas durante mais uma plenária do Plano de Governo Participativo do pré-candidato à reeleição, Kalil Baracat (MDB).
Esta é a primeira vez que os várzea-grandenses são ouvidos na elaboração de um plano de governo apontando o que desejam para o futuro da cidade. Kalil tinha o desejo de realizar essa consulta em 2020, mas devido à pandemia da covid-19 e os impedimentos de aglomeração, as reuniões não puderam ser realizadas.
Dezenas de pessoas compareceram ao Várzea Grande Tênis Clube na noite de terça-feira (23) para dar as suas contribuições com sugestões nos eixos de infraestrutura e saneamento básico. Os participantes foram divididos em quatro grupos e apresentaram as sugestões em conjunto. Elas foram entregues ao pré-candidato a vice-prefeito de Várzea Grande, Pedrinho Tolares (UB).
“Essas ideias são fundamentais para que a gente possa elaborar um plano de governo com ações mais eficazes e melhorar o atendimento à população de Várzea Grande. Temos visto que a cidade avançou bastante tanto na infraestrutura quanto no saneamento básico, mas precisamos investir muito mais ainda”, disse Pedrinho.
O prefeito Kalil Baracat (MDB) abriu a reunião e enfatizou que os investimentos em infraestrutura e saneamento básico resultaram em mais investimentos no setor imobiliário do município.
O mercado imobiliário em Várzea Grande atingiu R$ 553 milhões no 1º semestre de 2024, segundo pesquisa dos Indicadores do Mercado Imobiliário realizado pelo Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT). Houve um acréscimo de 3,63% no número de imóveis comercializados, totalizando 2.944, demonstrando solidez no setor habitacional, impulsionado por indicadores positivos da economia regional
O aumento da capacidade de compra e de investimentos em imóveis é atrelado ao crescimento do PIB de 8,1%, atrelado ao crescimento de 5% da renda das famílias no município e a baixa taxa de desocupação.
“Nós recebemos um depoimento de empresários do ramo imobiliário de que eles estão vendendo mais, porque a prefeitura investiu muito em mais infraestrutura e mais saneamento básico. Além disso, há um aumento populacional e isso está refletido no aumento do ITBI e na emissão de novas escrituras”.
O Movimento VG Melhor promove na quinta-feira (25), às 19h no Tênis Clube Várzea Grande, a reunião setorial do Plano de Governo Participativo, para discutir Saúde e Qualidade de Vida.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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