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MT Hemocentro tem 14 voluntários aptos para doação de medula óssea

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O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, teve 14 doadores selecionados para a doação de medula óssea, que é realizada em âmbito nacional. Os doadores já estavam cadastrados Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e foram convocados devido à compatibilidade com receptores.

O transplante de medula óssea é um tratamento indicado para pacientes com doenças do sangue, como leucemia, linfomas e alguns tipos de anemia. Há, no Brasil, 5.549.143 voluntários cadastrados, sendo 606.201 em Mato Grosso.

“A doação de medula óssea é um ato de solidariedade e pode ajudar pacientes que têm o transplante como única chance de cura. Em 15 dias, foram selecionados 14 doadores cadastrados. É uma honra que tantos doadores tenham sido convocados. Se você quer e pode doar medula óssea, faça o seu cadastro junto ao MT Hemocentro e salve vidas”, enfatizou a diretora da unidade especializada, Gian Carla Zanela.

Para realizar o transplante de medula óssea, é imprescindível que haja compatibilidade tecidual entre doador e receptor. “A combinação de genes do doador e do paciente deve ser idêntica (100%) ou muito próxima do ideal (90%)”, acrescenta a gestora.

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Pessoas interessadas devem realizar o cadastro para a doação de medula óssea junto ao MT Hemocentro, fazer a coleta de 5 ml de sangue e aguardar a convocação – que só ocorre após a compatibilidade com um receptor. É importante manter os dados de cadastro atualizados.

A amostra de sangue passa por sequenciamento genético e os dados ficam cadastrados no Redome, sistema que reúne todas as informações dos voluntários. Havendo a compatibilidade entre doador e receptor, serão indicados exames para a posterior coleta da medula.

É importante destacar que a doação de medula óssea não é realizada em Mato Grosso. Normalmente, a doação ocorre na cidade onde o receptor faz o tratamento e, se for estrangeiro, a doação poderá ser feita em São Paulo ou no Rio de Janeiro.

Requisitos para a doação

Para se cadastrar como um voluntário, é necessário ter entre 18 e 35 anos, não possuir doenças hematológicas ou neoplásicas e não ter doenças infecciosas ou do sistema imunológico. O cadastro é feito a partir da apresentação de documento oficial com foto, da coleta de informações pessoais e da coleta de amostra do sangue.

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Em caso de dúvidas ou mais informações, entre em contato pelo telefone (65) 98433-0624 (WhatsApp, ligação ou mensagem) ou pelo número (65) 3623-0044, ramais 211 e 221.

Fonte: GOV MT

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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