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Mulher surta e quebra móveis e computadores na UPA do Verdão

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Uma mulher de 32 anos foi presa na madrugada desta segunda-feira (14) após “surtar” e quebrar móveis e computadores da UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) do Verdão, em Cuiabá.

A Polícia Militar foi acionada e chegou ao local a tempo de deter a mulher, que havia acabado de entrar em um ônibus para ir embora.

Segundo o boletim de ocorrência, os funcionários da UPA relataram que ela chegou ao local mais cedo com um amigo que necessitava de atendimento. 

Ao sair da unidade, sem motivo algum, teria feito um gesto de “arminha” apontando em direção aos agentes dizendo que iria “voltar”, deixando os funcionários assustados.

Ela então cumpriu a “promessa” e, assim que retornou à unidade, começou a jogar os computadores no chão, quebrou móveis e eletrônicos, um ar-condicionado, vasos de plantas, mesas, cadeiras, e o que mais viu pela frente.

Em seguida, após concluir os danos, tentou uma fuga frustrada ao entrar em um ônibus. Mas o coletivo permaneceu no ponto tempo suficiente para que a guarnição pudesse capturá-la.

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Os funcionários informaram que não é a primeira vez que a mulher age daquela forma.

“Segundo a minha amiga que trabalha lá, já é a terceira ou quarta vez que ela faz isso”, relatou uma testemunha em vídeo.

A acusada foi encaminhada para a delegacia, onde foi entregue sem lesões corporais, apenas com uma vermelhidão da qual ela não soube informar origem.

O atendimento na UPA precisou ser suspenso até o meio da manhã enquanto a equipe de manutenção realizava o trabalho de reinstalação dos computadores.

“Destruiu tudo. Ficamos sem conseguir trabalhar”, lamentou funcionária.

No vídeo, funcionários mostram o estrago feito pela mulher, que já havia fugido do local.

FONTE/ REPOST: PAULA SHAIRA – MÍDIA NEWS

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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