MATO GROSSO
Museu de Arte Sacra oferece atividades educativas do Dia do Riso e Dia das Mães
MATO GROSSO
No domingo (07.05), das 9h às 11, em comemoração ao Dia do Riso, serão oferecidas oficinas com animação infantil, curta metragem e oficina de desenho e pintura. Direcionadas ao público infantil, as atividades são gratuitas e as inscrições devem ser feitas previamente pelo link AQUI
Já a programação para comemorar o Dia das Mães acontece no sábado (13.05), das 14h às 16h, com a oficina de kokedama. Ministrada pela bioconstrutora e paisagista Georgia Filipovitch, a oficina vai ensinar a cultivar plantas de uma maneira original, a trabalhar com as mãos e a se conectar com a natureza.
‘Kokedama’ é uma palavra de origem japonesa que significa, literalmente, ‘bolas de musgo’. Trata-se de uma forma de cultivo de diferentes espécies de plantas, em que a raiz é envolvida em uma bola compacta de musgo e substrato, que serve como um vaso natural, permitindo que a planta cresça e se desenvolva.
As inscrições para a oficina de Kodedama são gratuitas para participantes de baixa renda, por meio de envio do comprovante do Cadastro Único. Para as demais, o valor é de R$ 17,50. Inscrições pelo link AQUI
Mais informações pelo WhatsApp (65)9 9965-0319.
Museu de Arte Sacra de Mato Grosso
O equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), que funciona em regime de gestão compartilhada, está localizado no prédio do Seminário Nossa Senhora da Conceição, em Cuiabá.
As visitações ocorrem de quarta-feira a domingo, das 9h às 17h, e o ingresso custa R$ 5.
Mais informações pelo site https://www.museudeartesacra.org.br/
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Empreendedorismo feminino cresce 20% em MT e já soma 244 mil donas de negócios
A necessidade financeira e a oportunidade de atuar na área desejada impulsionam o aumento de mulheres no empreendedorismo. Pesquisa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) revela que 244 mil mulheres são donas do próprio negócio no estado. O volume expressivo representa crescimento de 20% em relação a 2025. Em todo o país, são 11 milhões de empreendedoras.
A diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destaca que essa presença vai além dos números e reflete uma transformação social profunda. “Grande parte das empreendedoras é mãe e responsável pelo sustento do lar. Observamos que, cada vez mais, elas estão mais capacitadas e qualificadas para tocar o próprio negócio em busca de independência, o que transforma a realidade de suas famílias e comunidades por meio da gestão empresarial”, afirma Lélia.
Os números do levantamento confirmam a análise e traçam um perfil detalhado: seis em cada dez dessas mulheres têm entre 25 e 44 anos. No âmbito familiar, 61% são casadas, enquanto solteiras e divorciadas somam 16% cada; 68% do total possuem filhos. Quanto à escolaridade, 47,7% concluíram o ensino médio, 38,1% têm ensino superior e 1,8% possuem pós-graduadas, o que evidencia uma base educacional sólida para a condução das empresas.
No que diz respeito à atuação no mercado, o setor de serviços lidera com 40%, seguido de perto pelo comércio, com 38%. Os nichos de maior destaque incluem higiene e cosméticos, moda, alimentos e bebidas, saúde e bem-estar e artesanato. A maturidade desses empreendimentos também chama a atenção: 42,9% das empresas são consideradas consolidadas, com tempo de atuação entre 3,5 e 9 anos.
A motivação para abrir o próprio negócio se divide entre sonho e realidade. Enquanto 40% das entrevistadas empreendem por oportunidade, outros 40% o fazem por necessidade financeira. Além disso, a busca por autonomia (31%), a paixão por determinado trabalho (29%) e o desejo por horários mais flexíveis (22%) aparecem como fatores determinantes para a decisão de investir na própria trajetória profissional.
Barreiras
Apesar do crescimento, o acesso ao crédito permanece como um dos principais gargalos para a expansão desses negócios. A pesquisa aponta que três quartos das empreendedoras enfrentam dificuldades nessa área: 31% nunca buscaram crédito, 20% nunca procuraram, mas têm interesse; e 22% já tentaram obter o recurso, mas tiveram o pedido rejeitado. Quando conseguem financiamento, destinam o capital prioritariamente a capital de giro, reformas, ampliação, compra de materiais e quitação de dívidas.
Outro ponto crítico é a informalidade, alimentada por entraves burocráticos e receios financeiros. Para 38% das mulheres, o excesso de burocracia representa o maior obstáculo à formalização, enquanto 21% admitem medo de assumir compromissos fiscais. Além disso, 20% das entrevistadas não veem necessidade imediata de formalizar o negócio. Na visão de analistas, os indicadores mostram espaço importante para ações de conscientização e simplificação de processos por parte dos órgãos de apoio.
Sobre a pesquisa
O levantamento especial feito pelo Sebrae/MT foi realizado por meio de entrevistas telefônicas, com 1.304 empreendedoras no estado de Mato Grosso. O estudo apresenta uma taxa de confiança de 95% e margem de erro de 4%.
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