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Mutirão da Prefeitura de Cuiabá atende 23 bairros para regularizar mais de dez mil títulos

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Em cinco meses, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, realizou mutirões para a regularização dos títulos definitivos de propriedade em 23 bairros da Capital, abrangendo cerca de 10 mil documentos a serem entregues de forma totalmente gratuita aos moradores. Os mutirões começaram no dia 10 de abril pelos bairros Novo Terceiro, Jardim Leblon e Três Barras. Nesta segunda-feira (11), as equipes da secretaria iniciam os trabalhos no Nova Esperança II.

“Nosso compromisso é com os mais carentes, aqueles que mais necessitam do poder público, e minha gestão não mede esforços nesse propósito. O secretário Marcrean Santos cumpre com muito rigor a missão que lhe solicitei. É uma grande satisfação garantir a segurança jurídica no que tange aos imóveis para tantos trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou o prefeito.

O secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Marcrean Santos, que está há 7 meses à frente da pasta, afirma que uma verdadeira força-tarefa foi montada para regularizar o maior número possível de imóveis, proporcionando segurança jurídica para os moradores e, com isso, mais dignidade.

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Somente na última semana, foram entregues mais de 440 títulos em comemoração à Semana Nacional de Regularização Fundiária, realizada pela Corregedoria-Geral de Justiça. Os documentos foram entregues aos moradores dos bairros Dr. Fábio I e II, Sol Nascente, Praeirinho, Jardim Passaredo, Novo Milênio, Três Barras, Vale do Carumbé e Vila Nova do Coxipó.

Desde que assumiu a pasta, a gestão Emanuel Pinheiro já entregou cerca de 1.500 títulos definitivos de propriedade em mais de 10 bairros.

Durante os mutirões, a Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária faz o cadastramento social dos moradores, que é o primeiro passo para ter acesso ao título. Após essa etapa, é feito o encaminhamento dos processos para o cartório criar as matrículas. “O título de regularização fundiária é um avanço enorme, trazendo dignidade para o munícipe. O título agrega valor ao imóvel, é o direito definitivo para o morador, que poderá, inclusive, fazer financiamentos”, reforça o secretário.

Bairros que já receberam o mutirão de regularização fundiária:

 

ALTOS DA SERRA

DR. FÁBIO I E II

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DISTRITO DA GUIA

JARDIM PASSAREDO

JARDIM LEBLON

JONAS PINHEIRO

NOVO TERCEIRO

NOVO PARAÍSO

NOVO COLORADO

NOVA ESPERANÇA II

NOVO MATO GROSSO

OURO FINO

PLANALTO

PRAEIRO

PRAEIRINHO

RIBEIRÃO DO LIPA

SÃO FRANCISCO

TRÊS BARRAS

UMUARAMA I E II

VALE DO CARUMBÉ (ELDORADO E SOL NASCENTE)

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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