MATO GROSSO
“Não basta ter lei mais dura; sociedade ainda está muito atrasada”
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A nova delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Silveira Maidel, avalia que crimes contra as mulheres ainda ocorrem com grande frequência por causa da cultura machista, mesmo com a evolução na legislação penal.
A policial, que esteve à frente da Delegacia da Defesa da Mulher, da Criança e do Idoso, de Várzea Grande por oito anos, citou os avanços nas leis, como a tipicação do homicídio contra a mulher – o feminicídio – e a Lei Maria da Penha. Mas lamenta que isso não seja suficiente.
“Não basta ter uma lei dura, você tem que caminhar de mãos dadas com a melhoria da cultura e educação. É preciso um avanço de cultura. E a nossa cultura está muito atrasada em relação a isso”, afirmoa.
Há poucos dias, o assassinato da servidora Thays Machado, de 44 anos, e seu namorado Wilian César Moreno, de 30, ganhou repercussão nacional. Eles foram mortos a tiros pelo ex de Thays, o empresário Carlos Alberto Bezerra, que é filho do deputado federal Carlos Bezerra (MDB).
Maidel comentou sobre o crime e disse que a Polícia Civil tem trabalhado de maneira firme, independente da autoria do delito.
Ao MidiaNews, ela ainda detalhou algumas prioridades de sua gestão. Uma delas é a criação de uma coordenação para vítimas de violência doméstica e a interiorização das investigações ao combate a facções criminosas.
Confira os principais trechos da entrevista:
MidiaNews – Nesta semana, o filho do deputado federal Carlos Bezerra matou um casal em Cuiabá, sendo preso horas depois pela Polícia Civil. A senhora pode nos falar um pouco de como foi essa ação?
Foi um crime de repercussão e foi prontamente levantado onde esse suspeito poderia ter ido buscar abrigo
Daniela Maidel – Não tenho detalhes da operação em si, mas o caso foi imediatamente comunicado à DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa), que é uma unidade especializada em investigar crimes de homicídio. Foi um crime de repercussão e foi prontamente levantado onde esse suspeito poderia ter ido buscar abrigo.
O caso está com a DHPP, mas a Polícia Civil é uma em todo o Estado. Entramos em contato com um colega da região, que prontamente diligenciou, que começou em Cuiabá e terminou lá.
MidiaNews – No que depender da Polícia Civil, familiares e parentes das vítimas podem estar seguros de que haverá punição rigorosa para o autor?
Daniela Maidel – Com certeza. Nesse momento não devemos nos ater a quem cometeu o crime, mas o crime que foi cometido. O feminicídio é um crime violento, que acaba não só com a vida da vítima, mas ele afeta a vida de todo o entorno daquela pessoa.
É nossa obrigação a investigação, que é independente de quem for o autor. Nós investigamos o crime e ele está sendo apurado – e pelo visto bem apurado, com isenção – e assim vai continuar sendo.
MidiaNews – Como mulher à frente da Polícia Civil, como é ver outra mulher sendo assassinada pelo simples motivo de não querer estar mais em uma relação?
Daniela Maidel – Vejo com grande tristeza. Ainda temos que evoluir muito. Você percebe que em termos de legislação, estamos em uma crescente: a gente teve a Lei Maria da Penha que mudou complemente a forma com que esses crimes de violência doméstica eram atendidos e processados, e isso foi um marco no combate à violência doméstica. Tivemos a tipificação do homicídio cometido contra a mulher, pela vítima ser mulher, o feminicídio.
O feminicídio é um crime violento, que acaba não só com a vida da vítima, mas ele afeta a vida de todo o entorno daquela pessoa
Só que a pergunta é: a nossa sociedade está evoluindo? É culturalmente combatida a violência que a mulher sofre? É aceito que a mulher pode ser vítima de violência? Eu acredito que essa parte cultural, de educação das nossas crianças, não está sendo feita.
Não basta ter uma lei dura, você tem que caminhar de mãos dadas com a melhoria da cultura e educação. É preciso um avanço de cultura. E a nossa cultura está muito atrasada em relação a isso.
MidiaNews – Mato Grosso está entre os estados brasileiros com maior índice de assassinatos de mulheres e de pessoas LGBTQIA+. Tem em mente alguma ação para dar celeridade e resolução para este tipo de crime?
Daniela Maidel – A nossa intenção é a criação de uma coordenadoria para atendimento de mulheres vitima de violência. Essa coordenadoria, alinharia o atendimento. Porque o atendimento é feito nas delegacias especializadas, mas digamos que ainda não alcançamos um padrão, um atendimento alinhado. Então, você pode estar em Várzea Grande ou em Colniza com o mesmo atendimento. Nós buscamos isso.
Temos que crescer nosso potencial de atendimento especializadas às mulheres vítimas de violência.
MidiaNews – Acredita que por ser mulher, a visão e o tratamento dessas casos poderão ser priorizados?
Daniela Maidel – Pode ser, mas se nós analisarmos a Polícia Civil tem uma tradição no combate a violência doméstica. As nossas delegacias especializadas foram criadas ainda na década de 80, e outros Estados vieram muito depois.
Marcos Vergueiro/Secom-MT
“Só que a pergunta é: a nossa sociedade está evoluindo? É culturalmente combatida a violência que a mulher sofre?”
Talvez, eu tenha um olhar mais diferenciado, com um pouquinho mais de empatia. Mas sempre cuidamos disso e tivemos excelentes gestores à frente dessas unidades. Mas, talvez, isso se torne uma unidade, tem um corpo maior por ser uma mulher.
MidiaNews – O Governo fez um concurso público no ano passado. O contingente é suficiente para suprir as necessidades da PJC?
Daniela Maidel – O concurso foi concluído, está pronto, e os aprovados estão aptos a serem chamados. Estamos terminando o levantamento junto com o Governo do número necessário para ser chamado, que será distribuído nas nossas unidades.
MidiaNews – Mas supre o déficit? Porque o delegado Mário Dermeval, em dezembro passado, apontou que houve uma queda no número dos servidores da PJC, por conta das aposentadorias. É isso mesmo?
Daniela Maidel – Hoje, temos 2,9 mil servidores. E isso é uma verdade. Mas também evoluímos muito na área de desenvolvimento tecnológico e isso também, com passar do tempo, a gente vem otimizando o trabalho. Não que a tecnologia substitua o ser-humano, o profissional. Mas evoluímos na tecnológica e isso nos dá suporte para passar esse problema de efetivo. Mas a expectativa é muito grande com o chamamento desses aprovados no concurso.
MidiaNews – No ano passado, um delegado invadiu a casa e ameaçou a dona e sua filha em Cuiabá, causando uma revolta no Estado. Como avalia aquela ação?
Daniela Maidel – Essa não é a prática da Polícia Civil. Envolveu também uma questão familiar dele. Mas todas as providências estão sendo tomadas e o profissional tem que ser responsabilizado pelos seus atos.
MidiaNews – Por que Mato Grosso não consegue acabar com o poder das facções criminosas?
Daniela Maidel – O crime organizado é um mal que acomete todos os Estados brasileiros. Hoje, não temos nenhum estado brasileiro que não tenha uma facção. Aqui em Mato Grosso, temos uma facção predominante e percebemos a tentativa de outras facções virem para cá.
A Polícia Civil tem uma tradição no combate a violência doméstica
A Polícia Civil tem monitorado esse movimento, essas lideranças, e realizamos com frequência ações para combater essas organizações criminosas. A última foi em dezembro, em Primavera, que foram cumpridos mais de 100 mandados de prisão. Um trabalho grande e de muita investigação envolvida.
Esse é um mal que temos que constantemente atacar. Fizemos uma reformulação na diretoria. Doutor Victor Hugo que era o delegado de investigação da Gerencia de Combate ao Crime Organizado, GCCO, agora é diretor de atividades especiais e traz com ele uma experiência no combate ao crime organizado.
A ideia é interiorizamos, ainda esse ano, cada vez mais o combate às organizações criminosas. Nós vivemos uma prosperidade econômica no interior do Estado e isso também traz desafios, sendo a criminalidade é um deles. Onde tem dinheiro, eles [os criminosos] querem estar.
MidiaNews – As facções perderiam força se o Estado conseguisse isolar seus líderes em prisões especiais?
Daniela Maidel – Não só isso, mas especialmente atacar as facções na questão financeira. Nós temos uma frente muito boa na localização de patrimônio dessas facções e quando você perde o dinheiro, você perde o poder de agir.
MidiaNews – E que tipo de patrimônios eles têm? Casas, dinheiro, carros, armas?
Hoje, não temos nenhum estado brasileiro que não tenha uma facção
Daniela Maidel – Fazendas, empresas que lavam esse patrimônio… Hoje, temos equipamentos e possibilidade de rastrear esse patrimônio, porque, obviamente, nunca fica no nome da liderança, e sim de pessoas envolvidas.
MidiaNews – Há denúncias de que o crime organizado está investindo no ramo de apostas esportivas em Mato Grosso. O que Polícia Civil está fazendo para combater essa prática?
Daniela Maidel – Na verdade, se tem que combater ele no todo e pode estar revestido em várias frentes: apostas, roubos, fraudes… Então, tudo é investigado.
MidiaNews – As apostas são um mecanismo fácil para se lavar dinheiro. Essas facções entraram nesse negócio com o objetivo de lavar dinheiro do crime?
Daniela Maidel – A Polícia Civil tem um laboratório de lavagem de dinheiro, com todo o equipamento e tecnologia para desenvolver essas investigações. Então, qualquer negócio para lavagem de dinheiro, será levantado nessas investigações.
MidiaNews – Nos últimos anos, os crimes cibernéticos ganharam força no Brasil. Pretende fortalecer a delegacia especializada neste tipo de crime? De que forma?
Hoje, temos criado mecanismos para impedir – ou ao menos – minimizar os prejuízos causados pela vítima
Daniela Maidel – O crime e a sociedade evoluíram. Temos duas grandes delegacias que combatem esse crime que é a DRCI, que é a Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos, que conta com uma expertise para tratar desses delitos.
E temos também uma outra frente que é a delegacia de estelionato. Hoje, o estelionato é basicamente pelo meio eletrônico. Temos uma equipe fortíssima atuando nessa área, com diversos resultados interessantes e temos a intenção, sim, de reforçar essas delegacias.
E mais: o crime que acontece aqui na região metropolitana, acontece igualzinho em Cotriguaçu. Assim como na violência doméstica, os crimes cibernéticos exigem esse alinhamento e a capacitação para que receba essa vítima.
Geralmente, quem é vítima desse tipo de golpe, fica desacorçoada, não sabe a quem procurar. Hoje, temos criado mecanismos para impedir – ou ao menos – minimizar os prejuízos causados pela vítima.
MidiaNews – Esse tipo de vítima tem um perfil, como pessoas mais idosos, sem ou com pouco acesso a informação?
Daniela Maidel – Vai de A a Z. Das mais instruídas às mais simples caem em golpes tamanha a evolução dessa criminalidade. Mas estamos com a expectativa bem boa de desenvolver essa área e combater esse tipo de crime.
As fraudes e os artifícios usados por essas pessoas vão se aperfeiçoando. Quem comete fraude aqui, está em outro Estado. Às vezes, há alguma dificuldade de rastrear as contas e até de impedir o prejuízo da vítima.
Porque a vítima faz o PIX e já tem uma pessoa para sacar imediatamente. Não deixa de ser um crime organizado e estruturado e um crime muito trabalhoso de se investigar.
MidiaNews – Nos últimos tempos, tem sido comum policiais, juízes e promotores disputando cargos políticos. Mas alguns setores defendem uma quarentena de candidatura de pessoas com notoriedade social. O que pensa sobre o tema?
Daniela Maidel – Como não tenho essa vontade, tampouco pretensão, é um assunto que não me envolvo e nunca pensei. Mas penso que o profissional que atua na Polícia Civil tem que ter em mente que temos uma missão Constitucional, que é a assegurar a paz social através da investigação criminal. Então é preciso trabalhar com isso em mente.
Eu não acho ruim a pretensão de colegas, mas acima de qualquer coisa, temos que trabalhar para sociedade. A nossa razão de existir é essa.
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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