MATO GROSSO
“Não basta ter lei mais dura; sociedade ainda está muito atrasada”
MATO GROSSO
A nova delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Silveira Maidel, avalia que crimes contra as mulheres ainda ocorrem com grande frequência por causa da cultura machista, mesmo com a evolução na legislação penal.
A policial, que esteve à frente da Delegacia da Defesa da Mulher, da Criança e do Idoso, de Várzea Grande por oito anos, citou os avanços nas leis, como a tipicação do homicídio contra a mulher – o feminicídio – e a Lei Maria da Penha. Mas lamenta que isso não seja suficiente.
“Não basta ter uma lei dura, você tem que caminhar de mãos dadas com a melhoria da cultura e educação. É preciso um avanço de cultura. E a nossa cultura está muito atrasada em relação a isso”, afirmoa.
Há poucos dias, o assassinato da servidora Thays Machado, de 44 anos, e seu namorado Wilian César Moreno, de 30, ganhou repercussão nacional. Eles foram mortos a tiros pelo ex de Thays, o empresário Carlos Alberto Bezerra, que é filho do deputado federal Carlos Bezerra (MDB).
Maidel comentou sobre o crime e disse que a Polícia Civil tem trabalhado de maneira firme, independente da autoria do delito.
Ao MidiaNews, ela ainda detalhou algumas prioridades de sua gestão. Uma delas é a criação de uma coordenação para vítimas de violência doméstica e a interiorização das investigações ao combate a facções criminosas.
Confira os principais trechos da entrevista:
MidiaNews – Nesta semana, o filho do deputado federal Carlos Bezerra matou um casal em Cuiabá, sendo preso horas depois pela Polícia Civil. A senhora pode nos falar um pouco de como foi essa ação?
Foi um crime de repercussão e foi prontamente levantado onde esse suspeito poderia ter ido buscar abrigo
Daniela Maidel – Não tenho detalhes da operação em si, mas o caso foi imediatamente comunicado à DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa), que é uma unidade especializada em investigar crimes de homicídio. Foi um crime de repercussão e foi prontamente levantado onde esse suspeito poderia ter ido buscar abrigo.
O caso está com a DHPP, mas a Polícia Civil é uma em todo o Estado. Entramos em contato com um colega da região, que prontamente diligenciou, que começou em Cuiabá e terminou lá.
MidiaNews – No que depender da Polícia Civil, familiares e parentes das vítimas podem estar seguros de que haverá punição rigorosa para o autor?
Daniela Maidel – Com certeza. Nesse momento não devemos nos ater a quem cometeu o crime, mas o crime que foi cometido. O feminicídio é um crime violento, que acaba não só com a vida da vítima, mas ele afeta a vida de todo o entorno daquela pessoa.
É nossa obrigação a investigação, que é independente de quem for o autor. Nós investigamos o crime e ele está sendo apurado – e pelo visto bem apurado, com isenção – e assim vai continuar sendo.
MidiaNews – Como mulher à frente da Polícia Civil, como é ver outra mulher sendo assassinada pelo simples motivo de não querer estar mais em uma relação?
Daniela Maidel – Vejo com grande tristeza. Ainda temos que evoluir muito. Você percebe que em termos de legislação, estamos em uma crescente: a gente teve a Lei Maria da Penha que mudou complemente a forma com que esses crimes de violência doméstica eram atendidos e processados, e isso foi um marco no combate à violência doméstica. Tivemos a tipificação do homicídio cometido contra a mulher, pela vítima ser mulher, o feminicídio.
O feminicídio é um crime violento, que acaba não só com a vida da vítima, mas ele afeta a vida de todo o entorno daquela pessoa
Só que a pergunta é: a nossa sociedade está evoluindo? É culturalmente combatida a violência que a mulher sofre? É aceito que a mulher pode ser vítima de violência? Eu acredito que essa parte cultural, de educação das nossas crianças, não está sendo feita.
Não basta ter uma lei dura, você tem que caminhar de mãos dadas com a melhoria da cultura e educação. É preciso um avanço de cultura. E a nossa cultura está muito atrasada em relação a isso.
MidiaNews – Mato Grosso está entre os estados brasileiros com maior índice de assassinatos de mulheres e de pessoas LGBTQIA+. Tem em mente alguma ação para dar celeridade e resolução para este tipo de crime?
Daniela Maidel – A nossa intenção é a criação de uma coordenadoria para atendimento de mulheres vitima de violência. Essa coordenadoria, alinharia o atendimento. Porque o atendimento é feito nas delegacias especializadas, mas digamos que ainda não alcançamos um padrão, um atendimento alinhado. Então, você pode estar em Várzea Grande ou em Colniza com o mesmo atendimento. Nós buscamos isso.
Temos que crescer nosso potencial de atendimento especializadas às mulheres vítimas de violência.
MidiaNews – Acredita que por ser mulher, a visão e o tratamento dessas casos poderão ser priorizados?
Daniela Maidel – Pode ser, mas se nós analisarmos a Polícia Civil tem uma tradição no combate a violência doméstica. As nossas delegacias especializadas foram criadas ainda na década de 80, e outros Estados vieram muito depois.
Marcos Vergueiro/Secom-MT
“Só que a pergunta é: a nossa sociedade está evoluindo? É culturalmente combatida a violência que a mulher sofre?”
Talvez, eu tenha um olhar mais diferenciado, com um pouquinho mais de empatia. Mas sempre cuidamos disso e tivemos excelentes gestores à frente dessas unidades. Mas, talvez, isso se torne uma unidade, tem um corpo maior por ser uma mulher.
MidiaNews – O Governo fez um concurso público no ano passado. O contingente é suficiente para suprir as necessidades da PJC?
Daniela Maidel – O concurso foi concluído, está pronto, e os aprovados estão aptos a serem chamados. Estamos terminando o levantamento junto com o Governo do número necessário para ser chamado, que será distribuído nas nossas unidades.
MidiaNews – Mas supre o déficit? Porque o delegado Mário Dermeval, em dezembro passado, apontou que houve uma queda no número dos servidores da PJC, por conta das aposentadorias. É isso mesmo?
Daniela Maidel – Hoje, temos 2,9 mil servidores. E isso é uma verdade. Mas também evoluímos muito na área de desenvolvimento tecnológico e isso também, com passar do tempo, a gente vem otimizando o trabalho. Não que a tecnologia substitua o ser-humano, o profissional. Mas evoluímos na tecnológica e isso nos dá suporte para passar esse problema de efetivo. Mas a expectativa é muito grande com o chamamento desses aprovados no concurso.
MidiaNews – No ano passado, um delegado invadiu a casa e ameaçou a dona e sua filha em Cuiabá, causando uma revolta no Estado. Como avalia aquela ação?
Daniela Maidel – Essa não é a prática da Polícia Civil. Envolveu também uma questão familiar dele. Mas todas as providências estão sendo tomadas e o profissional tem que ser responsabilizado pelos seus atos.
MidiaNews – Por que Mato Grosso não consegue acabar com o poder das facções criminosas?
Daniela Maidel – O crime organizado é um mal que acomete todos os Estados brasileiros. Hoje, não temos nenhum estado brasileiro que não tenha uma facção. Aqui em Mato Grosso, temos uma facção predominante e percebemos a tentativa de outras facções virem para cá.
A Polícia Civil tem uma tradição no combate a violência doméstica
A Polícia Civil tem monitorado esse movimento, essas lideranças, e realizamos com frequência ações para combater essas organizações criminosas. A última foi em dezembro, em Primavera, que foram cumpridos mais de 100 mandados de prisão. Um trabalho grande e de muita investigação envolvida.
Esse é um mal que temos que constantemente atacar. Fizemos uma reformulação na diretoria. Doutor Victor Hugo que era o delegado de investigação da Gerencia de Combate ao Crime Organizado, GCCO, agora é diretor de atividades especiais e traz com ele uma experiência no combate ao crime organizado.
A ideia é interiorizamos, ainda esse ano, cada vez mais o combate às organizações criminosas. Nós vivemos uma prosperidade econômica no interior do Estado e isso também traz desafios, sendo a criminalidade é um deles. Onde tem dinheiro, eles [os criminosos] querem estar.
MidiaNews – As facções perderiam força se o Estado conseguisse isolar seus líderes em prisões especiais?
Daniela Maidel – Não só isso, mas especialmente atacar as facções na questão financeira. Nós temos uma frente muito boa na localização de patrimônio dessas facções e quando você perde o dinheiro, você perde o poder de agir.
MidiaNews – E que tipo de patrimônios eles têm? Casas, dinheiro, carros, armas?
Hoje, não temos nenhum estado brasileiro que não tenha uma facção
Daniela Maidel – Fazendas, empresas que lavam esse patrimônio… Hoje, temos equipamentos e possibilidade de rastrear esse patrimônio, porque, obviamente, nunca fica no nome da liderança, e sim de pessoas envolvidas.
MidiaNews – Há denúncias de que o crime organizado está investindo no ramo de apostas esportivas em Mato Grosso. O que Polícia Civil está fazendo para combater essa prática?
Daniela Maidel – Na verdade, se tem que combater ele no todo e pode estar revestido em várias frentes: apostas, roubos, fraudes… Então, tudo é investigado.
MidiaNews – As apostas são um mecanismo fácil para se lavar dinheiro. Essas facções entraram nesse negócio com o objetivo de lavar dinheiro do crime?
Daniela Maidel – A Polícia Civil tem um laboratório de lavagem de dinheiro, com todo o equipamento e tecnologia para desenvolver essas investigações. Então, qualquer negócio para lavagem de dinheiro, será levantado nessas investigações.
MidiaNews – Nos últimos anos, os crimes cibernéticos ganharam força no Brasil. Pretende fortalecer a delegacia especializada neste tipo de crime? De que forma?
Hoje, temos criado mecanismos para impedir – ou ao menos – minimizar os prejuízos causados pela vítima
Daniela Maidel – O crime e a sociedade evoluíram. Temos duas grandes delegacias que combatem esse crime que é a DRCI, que é a Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos, que conta com uma expertise para tratar desses delitos.
E temos também uma outra frente que é a delegacia de estelionato. Hoje, o estelionato é basicamente pelo meio eletrônico. Temos uma equipe fortíssima atuando nessa área, com diversos resultados interessantes e temos a intenção, sim, de reforçar essas delegacias.
E mais: o crime que acontece aqui na região metropolitana, acontece igualzinho em Cotriguaçu. Assim como na violência doméstica, os crimes cibernéticos exigem esse alinhamento e a capacitação para que receba essa vítima.
Geralmente, quem é vítima desse tipo de golpe, fica desacorçoada, não sabe a quem procurar. Hoje, temos criado mecanismos para impedir – ou ao menos – minimizar os prejuízos causados pela vítima.
MidiaNews – Esse tipo de vítima tem um perfil, como pessoas mais idosos, sem ou com pouco acesso a informação?
Daniela Maidel – Vai de A a Z. Das mais instruídas às mais simples caem em golpes tamanha a evolução dessa criminalidade. Mas estamos com a expectativa bem boa de desenvolver essa área e combater esse tipo de crime.
As fraudes e os artifícios usados por essas pessoas vão se aperfeiçoando. Quem comete fraude aqui, está em outro Estado. Às vezes, há alguma dificuldade de rastrear as contas e até de impedir o prejuízo da vítima.
Porque a vítima faz o PIX e já tem uma pessoa para sacar imediatamente. Não deixa de ser um crime organizado e estruturado e um crime muito trabalhoso de se investigar.
MidiaNews – Nos últimos tempos, tem sido comum policiais, juízes e promotores disputando cargos políticos. Mas alguns setores defendem uma quarentena de candidatura de pessoas com notoriedade social. O que pensa sobre o tema?
Daniela Maidel – Como não tenho essa vontade, tampouco pretensão, é um assunto que não me envolvo e nunca pensei. Mas penso que o profissional que atua na Polícia Civil tem que ter em mente que temos uma missão Constitucional, que é a assegurar a paz social através da investigação criminal. Então é preciso trabalhar com isso em mente.
Eu não acho ruim a pretensão de colegas, mas acima de qualquer coisa, temos que trabalhar para sociedade. A nossa razão de existir é essa.
MATO GROSSO
Itaipava transforma aviso legal em alerta contra o assédio e propõe novo padrão de comunicação no mercado cervejeiroDurante décadas, o texto legal das campanhas de cerveja cumpriu uma função obrigatória. Presente em todas as peças do setor, a mensagem “Beba com moderação” acabou se tornando invisível aos olhos do público. A partir desse diagnóstico e amparada por uma pesquisa inédita do Instituto Locomotiva, realizada em parceria com a marca para esse 2026, a Itaipava decidiu ressignificar esse espaço para chamar atenção a um problema urgente da sociedade brasileira: o assédio, especialmente intensificado durante o Carnaval. Criada pela WMcCANN, a iniciativa transforma o aviso legal em um alerta direto e impossível de ignorar e dá início a um movimento com a nova assinatura “Nunca assedie. Beba com sabedoria”, colocando o combate ao assédio como prioridade em sua comunicação. Os dados que embasam a iniciativa fazem parte de uma parceria da Itaipava com o Instituto Locomotiva e evidenciam a dimensão do problema: 79% das brasileiras afirmam temer sofrer assédio no Carnaval e 5 em cada 10 mulheres já passaram por situações de assédio durante a festa. As informações integram as peças da campanha de Carnaval da marca e reforçam a urgência do tema, validando seu compromisso social ao integrar o “Não Se Cale”, pacto assinado pelo Grupo Petrópolis no lançamento do movimento, em 2024. “Nós entendemos que o Carnaval é um momento de celebração, mas também de responsabilidade. Com esta iniciativa, queremos ser pioneiros em uma mudança de comportamento que pode e deve ser abraçada por todo o setor. Transformar o aviso legal em um alerta contra o assédio é um passo simbólico, mas de grande impacto”, afirma Giulia Faria, Co-CEO do Grupo Petrópolis. “A parceria entre Itaipava, WMcCANN e Instituto Locomotiva nasce do compromisso de usar a comunicação para tornar visíveis verdades que não podem mais ser ignoradas. O posicionamento da WMcCANN, baseado em verdades bem contadas, está diretamente ligado à responsabilidade cultural. Ao realizar uma ação sustentada por dados, a comunicação cumpre seu papel de provocar reflexão, influenciar a cultura para transformar comportamentos e contribuir para um ambiente mais seguro para as mulheres”, comenta Ranata Bokel, CEO da WMcCANN. Para Maíra Saruê, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, os dados da pesquisa revelam um cenário preocupante e reforçam como o assédio ainda faz parte da realidade de muitas mulheres durante o Carnaval. “Ao divulgar esses dados, buscamos não só amplificar o debate público sobre o tema, mas também chamar à reflexão quem está pulando o Carnaval. O assédio não é uma questão individual de uma ou outra mulher, é um problema social que precisamos enfrentar de forma coletiva, como sociedade”, explica. A ação se desdobra em uma estratégia de comunicação integrada que leva a mensagem para as ruas, redes sociais e plataformas digitais. O movimento inclui a aplicação da nova assinatura na veiculação de filme, peças em DOOH e materiais promocionais, com ampla presença em regiões de alta concentração de blocos e festividades carnavalescas. A estratégia busca amplitude e mobilização, incentivando o engajamento de parceiros e consumidores para que a mensagem se perpetue além do Carnaval. Pacto Ninguém se Cala O Grupo Petrópolis foi a primeira grande empresa do setor cervejeiro a assinar o Pacto Ninguém Se Cala, iniciativa do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público do Trabalho de combate ao assédio e à violência contra a mulher. Entre as ações adotadas, a empresa tem conscientizado clientes, fornecedores, promotores de eventos e colaboradores a respeito do tema, dentro da estratégia do seu programa de consumo consciente, o Saber Beber. A inclusão do alerta “Nunca Assedie” no aviso legal das embalagens de cerveja é mais uma ação adotada nesse sentido. SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ), Itaipava conquistou o consumidor brasileiro ao longo dos anos e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
Durante décadas, o texto legal das campanhas de cerveja cumpriu uma função obrigatória. Presente em todas as peças do setor, a mensagem “Beba com moderação” acabou se tornando invisível aos olhos do público. A partir desse diagnóstico e amparada por uma pesquisa inédita do Instituto Locomotiva, realizada em parceria com a marca para esse 2026, a Itaipava decidiu ressignificar esse espaço para chamar atenção a um problema urgente da sociedade brasileira: o assédio, especialmente intensificado durante o Carnaval.
Criada pela WMcCANN, a iniciativa transforma o aviso legal em um alerta direto e impossível de ignorar e dá início a um movimento com a nova assinatura “Nunca assedie. Beba com sabedoria”, colocando o combate ao assédio como prioridade em sua comunicação. Os dados que embasam a iniciativa fazem parte de uma parceria da Itaipava com o Instituto Locomotiva e evidenciam a dimensão do problema: 79% das brasileiras afirmam temer sofrer assédio no Carnaval e 5 em cada 10 mulheres já passaram por situações de assédio durante a festa. As informações integram as peças da campanha de Carnaval da marca e reforçam a urgência do tema, validando seu compromisso social ao integrar o “Não Se Cale”, pacto assinado pelo Grupo Petrópolis no lançamento do movimento, em 2024.
“Nós entendemos que o Carnaval é um momento de celebração, mas também de responsabilidade. Com esta iniciativa, queremos ser pioneiros em uma mudança de comportamento que pode e deve ser abraçada por todo o setor. Transformar o aviso legal em um alerta contra o assédio é um passo simbólico, mas de grande impacto”, afirma Giulia Faria, Co-CEO do Grupo Petrópolis.
“A parceria entre Itaipava, WMcCANN e Instituto Locomotiva nasce do compromisso de usar a comunicação para tornar visíveis verdades que não podem mais ser ignoradas. O posicionamento da WMcCANN, baseado em verdades bem contadas, está diretamente ligado à responsabilidade cultural. Ao realizar uma ação sustentada por dados, a comunicação cumpre seu papel de provocar reflexão, influenciar a cultura para transformar comportamentos e contribuir para um ambiente mais seguro para as mulheres”, comenta Ranata Bokel, CEO da WMcCANN.
Para Maíra Saruê, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, os dados da pesquisa revelam um cenário preocupante e reforçam como o assédio ainda faz parte da realidade de muitas mulheres durante o Carnaval. “Ao divulgar esses dados, buscamos não só amplificar o debate público sobre o tema, mas também chamar à reflexão quem está pulando o Carnaval. O assédio não é uma questão individual de uma ou outra mulher, é um problema social que precisamos enfrentar de forma coletiva, como sociedade”, explica.
A ação se desdobra em uma estratégia de comunicação integrada que leva a mensagem para as ruas, redes sociais e plataformas digitais. O movimento inclui a aplicação da nova assinatura na veiculação de filme, peças em DOOH e materiais promocionais, com ampla presença em regiões de alta concentração de blocos e festividades carnavalescas. A estratégia busca amplitude e mobilização, incentivando o engajamento de parceiros e consumidores para que a mensagem se perpetue além do Carnaval.
Pacto Ninguém se Cala
O Grupo Petrópolis foi a primeira grande empresa do setor cervejeiro a assinar o Pacto Ninguém Se Cala, iniciativa do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público do Trabalho de combate ao assédio e à violência contra a mulher. Entre as ações adotadas, a empresa tem conscientizado clientes, fornecedores, promotores de eventos e colaboradores a respeito do tema, dentro da estratégia do seu programa de consumo consciente, o Saber Beber. A inclusão do alerta “Nunca Assedie” no aviso legal das embalagens de cerveja é mais uma ação adotada nesse sentido.
SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ), Itaipava conquistou o consumidor brasileiro ao longo dos anos e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
-
MATO GROSSO4 dias atrásItaipava transforma aviso legal em alerta contra o assédio e propõe novo padrão de comunicação no mercado cervejeiroDurante décadas, o texto legal das campanhas de cerveja cumpriu uma função obrigatória. Presente em todas as peças do setor, a mensagem “Beba com moderação” acabou se tornando invisível aos olhos do público. A partir desse diagnóstico e amparada por uma pesquisa inédita do Instituto Locomotiva, realizada em parceria com a marca para esse 2026, a Itaipava decidiu ressignificar esse espaço para chamar atenção a um problema urgente da sociedade brasileira: o assédio, especialmente intensificado durante o Carnaval. Criada pela WMcCANN, a iniciativa transforma o aviso legal em um alerta direto e impossível de ignorar e dá início a um movimento com a nova assinatura “Nunca assedie. Beba com sabedoria”, colocando o combate ao assédio como prioridade em sua comunicação. Os dados que embasam a iniciativa fazem parte de uma parceria da Itaipava com o Instituto Locomotiva e evidenciam a dimensão do problema: 79% das brasileiras afirmam temer sofrer assédio no Carnaval e 5 em cada 10 mulheres já passaram por situações de assédio durante a festa. As informações integram as peças da campanha de Carnaval da marca e reforçam a urgência do tema, validando seu compromisso social ao integrar o “Não Se Cale”, pacto assinado pelo Grupo Petrópolis no lançamento do movimento, em 2024. “Nós entendemos que o Carnaval é um momento de celebração, mas também de responsabilidade. Com esta iniciativa, queremos ser pioneiros em uma mudança de comportamento que pode e deve ser abraçada por todo o setor. Transformar o aviso legal em um alerta contra o assédio é um passo simbólico, mas de grande impacto”, afirma Giulia Faria, Co-CEO do Grupo Petrópolis. “A parceria entre Itaipava, WMcCANN e Instituto Locomotiva nasce do compromisso de usar a comunicação para tornar visíveis verdades que não podem mais ser ignoradas. O posicionamento da WMcCANN, baseado em verdades bem contadas, está diretamente ligado à responsabilidade cultural. Ao realizar uma ação sustentada por dados, a comunicação cumpre seu papel de provocar reflexão, influenciar a cultura para transformar comportamentos e contribuir para um ambiente mais seguro para as mulheres”, comenta Ranata Bokel, CEO da WMcCANN. Para Maíra Saruê, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, os dados da pesquisa revelam um cenário preocupante e reforçam como o assédio ainda faz parte da realidade de muitas mulheres durante o Carnaval. “Ao divulgar esses dados, buscamos não só amplificar o debate público sobre o tema, mas também chamar à reflexão quem está pulando o Carnaval. O assédio não é uma questão individual de uma ou outra mulher, é um problema social que precisamos enfrentar de forma coletiva, como sociedade”, explica. A ação se desdobra em uma estratégia de comunicação integrada que leva a mensagem para as ruas, redes sociais e plataformas digitais. O movimento inclui a aplicação da nova assinatura na veiculação de filme, peças em DOOH e materiais promocionais, com ampla presença em regiões de alta concentração de blocos e festividades carnavalescas. A estratégia busca amplitude e mobilização, incentivando o engajamento de parceiros e consumidores para que a mensagem se perpetue além do Carnaval. Pacto Ninguém se Cala O Grupo Petrópolis foi a primeira grande empresa do setor cervejeiro a assinar o Pacto Ninguém Se Cala, iniciativa do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público do Trabalho de combate ao assédio e à violência contra a mulher. Entre as ações adotadas, a empresa tem conscientizado clientes, fornecedores, promotores de eventos e colaboradores a respeito do tema, dentro da estratégia do seu programa de consumo consciente, o Saber Beber. A inclusão do alerta “Nunca Assedie” no aviso legal das embalagens de cerveja é mais uma ação adotada nesse sentido. SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ), Itaipava conquistou o consumidor brasileiro ao longo dos anos e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
-
MATO GROSSO6 dias atrásChapada FeijoFolia 2026: últimos dias para garantir o abadá da festa mais comentada de Chapada dos Guimarães
-
MATO GROSSO6 dias atrásFeijoFolia 2026 confirma estrutura coberta e promete agitar Chapada faça chuva ou faça sol
-
MATO GROSSO4 dias atrásEscola bilíngue de Sorriso tem denúncia rejeitada pelo MP
-
MATO GROSSO4 dias atrásProjeto destina doações em apoio às crianças com câncer em MT
-
MATO GROSSO4 dias atrásChapada FeijoFolia 2026 impulsiona economia e deve movimentar quase R$ 1,8 milhão no Carnaval em Chapada dos Guimarães
-
BRASIL3 dias atrásItaipava inova criando Pack Responsável e distribui latas 0% álcool no Carnaval estimulando consumo responsável