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“Nos sentimos incluídos na sociedade com ações como essas”, afirma vocalista da banda do Instituto dos Cegos de MT

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A entrega de 300 kits com bengalas e regletes – instrumento usado para escrita em braile – do Programa SER Família Inclusivo, nesta terça-feira (14.03), emocionou a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e foi reconhecida pelas pessoas que participaram do evento, entre elas o vocalista da Banda Bengalas do Instituto dos Cegos do Estado de Mato Grosso (ICEMAT), José Benedito Arruda. 

“Nós, deficientes visuais, precisamos muito desses materiais, tanto das regletes como das bengalas, e nos sentimos incluídos na sociedade com ações como essa”, disse o músico. 

O programa do Governo de Mato Grosso é desenvolvido pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), por meio da Superintendência Estadual de Promoção e Articulação de Políticas Públicas de Pessoas com Deficiência. O programa SER Família Inclusivo foi planejado e colocado em prática pela primeira-dama do Estado. 

As bengalas e regletes auxiliam as pessoas com deficiência visual e cegas nas suas atividades educacionais e no seu direito de ir e vir, possibilitando dessa forma a inclusão social.

A primeira-dama Virginia Mendes ressaltou a importância de aproximar as pessoas e resumiu o encontro em duas palavras. “Emoção e gratidão são as duas palavras que definem essa tarde de entregas de instrumentos que podem parecer simples para nós, mas para os cegos e deficientes visuais é um auxílio importante. A partir das diferenças podemos nos unir e mudar a vida das pessoas. Nós estamos à disposição no Palácio para discutir ações que possam de fato ajudar as pessoas, em especial a inclusão”, destacou.

“Quero agradecer a todos que estão aqui, aos nossos parceiros e apoiadores que não medem esforços para nos ajudar. Inclusive, ao secretário (de Educação) Alan Porto que sempre nos atende com as demandas da Educação; à secretária Laice na Secom, à secretária Grasielle na Setasc, à secretária-adjunta Arlete Lima da Secretaria de Estado de Saúde, representando o secretário Gilberto Figueiredo, empresários e voluntários que tornam trabalhos como esse que idealizamos possíveis. Quero destacar o total apoio do governador Mauro Mendes nos projetos sociais que idealizamos, ninguém faz nada sozinho”, lembrou a primeira-dama Virginia Mendes.

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“Fiquei emocionada e feliz de ver a alegria do Pedro Gabriel, uma criança que vibrou ao receber uma nova bengala”, disse emocionada Virginia Mendes.

Adevanil Duarte enfrenta a cegueira há quatro meses por intercorrência de pressão alta e falou da alegria de estar perto da primeira-dama do Estado e da importância da bengala que recebeu.

“Fiquei cego há quatro meses e ainda estou em fase de adaptação e saber que temos esse apoio nos motiva. Fico feliz em saber que temos esse cuidado, porque nem todos podem comprar esses instrumentos que são fundamentais em nossa rotina, porque as bengalas são nossos olhos. É um orgulho ter uma primeira-dama tão dedicada”, afirmou.

O deputado estadual Max Russi participou da cerimônia e destacou a importância das ações desenvolvidas pela primeira-dama Virginia Mendes. “Mesmo com uma série de dificuldades em sua saúde, assim como muitos aqui têm dificuldades de muitas vezes de subir escadas ou atravessar uma rua, ela tem alguns problemas, mas, com muita força e muita garra, ela desempenha da melhor forma as ações sociais do estado de Mato Grosso, cada projeto, cada programa e iniciativa que ela desenvolve transforma a vida das pessoas”.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, citou exemplos de vida das pessoas que não conseguem enxergar. “São pessoas que têm uma história de vida como a dona Delzanira Queirós que saiu para trabalhar e depois de oito horas ela perdeu a visão. Tem o caso da Lavínia e de outras pessoas que tinham visão e que hoje sensibilizam outras pessoas. E como gestores públicos precisamos cada vez mais pensar ações que beneficiem as pessoas que precisam de acessibilidade e assim gerar a equidade”. 

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Ele ainda lembrou de outras ações da atual gestão para beneficiar as pessoas com deficiência. 

“O governador Mauro Mendes juntamente com a primeira-dama Virginia Mendes e a Secretaria de Estado de Educação já tiveram a oportunidade de fazer a entrega dos óculos para pessoas 100% cegas que proporcionam a leitura facial, leitura de livros, reconhecimento de objetos, dando mobilidade paras as pessoas não conseguem enxergar”, pontuou Alan Porto.

“O cartão SER Família Inclusivo é uma ideia fantástica da nossa primeira-dama Virginia Mendes. É motivo de orgulho saber que podemos alcançar as pessoas com ações pensadas com tanto carinho pela primeira-dama de MT”, disse a secretária interina da Setasc, Grasielle Bugalho.

A superintendente Thais Augusta pontuou que o programa SER Família Inclusivo transforma vidas. “Parabéns primeira-dama, esse programa desde que começou já deu oportunidade a pessoas com autismo, pessoas com deficiência auditiva, e hoje é marco histórico para o nosso Estado. Quantas vidas transformadas”.

O músico Adalto Oliveira que adquiriu a deficiência visual há alguns anos reforçou a necessidade das pessoas receberem os instrumentos. “Em nosso Estado não temos as bengalas e regletes. É preciso pedir de outras regiões que produzem. A primeira-dama do Estado e o governo de MT estão de parabéns por promover eventos como esse”.

A cerimônia de entrega aconteceu no salão Clóvis Vettorato, no Palácio Paiaguás. Participaram do evento o deputado estadual Max Russi, os secretários de Estado de Comunicação, Laice Souza; de Segurança Pública, coronel Cesar Augusto Roveri; de Educação, Alan Porto; da secretária-adjunta de Saúde Arlete Lima, representando o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo; do presidente do Instituto dos Cegos de MT, Udeilson Arruda; do secretário adjunto da Governadoria, tenente-coronel Fernando Turbino, vereadores e outras autoridades.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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