MATO GROSSO
Nova Mutum vai destinar R$ 944 mil para compra de kit com materiais escolares
MATO GROSSO
A prefeitura fará processo licitatório visando a aquisição de kits de material escolar em distribuição aos alunos das escolas e creches municipais de Nova Mutum. O certame está marcado para dia 6 do próximo mês, os produtos serão dividido em cinco lotes (de acordo com as idades) com prazo de entrega previsto em 30 dias e investimento de R$ 944 mil.
Estão entre os materiais gerais apontadores com depósito, borracha com capa, caderno brochurão de 96 folhas, caderno de desenho de 96 folhas, caderno universitário de 200 folhas, caneta esferográfica, canetinha hidrográfica, cola branca para uso escolar, estojo escolar, giz de cera, conjunto de lápis de cor, lápis grafite com borracha, massas de modelar, pincel escolar chato, régua de 30 centímetros, tesoura de ponta arredondada e tinta guache.
Serão contempladas as unidades de ensino fundamental e infantil Mãe Amiga, Pequeno Aprendiz, Recanto dos Encantos, Monteiro Lobato, Pequenos Brilhantes, Aquarela do Saber, Carlos Drumond de Andrade, Cora Coralina, 15 de outubro, Cecília Meireles, Professora Lúcia Facio Tasca, Caminhos do Saber, 04 de julho, Marton Lucca e o Centro de Formação da Educação de Nova Mutum.
A secretaria municipal de Educação avalia, no edital, que a “permanência do aluno na escola e o sucesso do processo de ensino e aprendizagem dependem de diversos fatores. Estudos indicam que o contexto familiar e o acesso a bens culturais são condições externas à escola que favorecem a educação de qualidade, devendo, portanto, serem assumidos pela sociedade em parceria com o Estado, com vistas ao aprimoramento dos indicadores educacionais”.
Só Notícias/Guilherme Araújo (foto: assessoria/arquivo)
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0