MATO GROSSO
Novas câmeras de monitoramento começam a ser instaladas nesta segunda-feira (24) nas escolas estaduais
MATO GROSSO
O Governo de Mato Grosso começa nesta segunda-feira (24.04) a instalar as 5,5 mil câmeras de monitoramento nas escolas estaduais, conforme anunciado pelas secretarias de Estado de Educação (Seduc-MT) e Segurança Pública (Sesp-MT). As primeiras câmeras, ainda em fase de testes, serão colocadas em unidades escolares de Cuiabá. A ação faz parte do Protocolo Emergencial de Segurança nas Escolas e acontece nesta primeira etapa como fase de teste.
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destaca o compromisso em executar ações de segurança e proteção na comunidade escolar. “A instalação dos equipamentos faz parte do programa Vigia Mais MT, criado através da Lei nº 11.766, que prevê o acesso e a captação de imagens de vigilância e segurança eletrônica, com a finalidade de ampliar a cooperação técnica entre a Seduc e Sesp para fortalecer a segurança nas escolas da rede”, explica.
Os equipamentos contam com um sistema avançado de filmagem, rotação em 360 graus, zoom e reconhecimento facial, com a finalidade de auxiliar o planejamento da ação policial, facilitando a análise e a tomada de decisões estratégicas e operacionais nas unidades.
O Diretor Regional de Educação do polo de Cuiabá, Fábio Bernardo, acredita que a implantação das câmeras vai contribuir para uma resposta ágil nas ações. “A instalação desses equipamentos representa um avanço nas nossas tecnologias e na segurança dos nossos estudantes. É uma ferramenta que vai reforçar o monitoramento e a vigilância eletrônica das nossas escolas”, diz.
A diretora do Liceu Cuiabano, Layane Queçada Schultz, conta que na unidade estão sendo implantadas 16 novas câmeras para melhorar a eficiência do monitoramento dos corredores, entradas e áreas escolares. “Com as câmeras, os estudantes se sentem mais seguros”, relata a gestora, ressaltando a diferença que o monitoramento faz no dia a dia da comunidade escolar.
Layane ainda destaca o compromisso da Polícia Militar em realizar o policiamento na unidade. Segundo ela, as rondas são contínuas e ostensivas durante os turnos de funcionamento da escola.
“A instalação das câmeras na escola tem sido uma aliada, é uma tecnologia muito importante e imprescindível para a segurança da comunidade escolar”, pondera a diretora. Para ela, a presença da Polícia Militar através de rondas na escola, fortalece a comunidade, coíbe a violência e transforma o espaço em um ambiente seguro para todos.
Medidas de Segurança
Confira abaixo as medidas adotadas no Protocolo Emergencial de Segurança nas Escolas:
1 – Criação de uma central de atendimento.
Telefone: WhatsApp (ameaças)
(65) 9.9973-4429
190 – Perigo iminente
197 – Perigo iminente
– Investigação de todas as ameaças.
– Encaminhamento dos suspeitos para a central de flagrantes/DEA.
2 – Fortalecimento das rondas ostensivas escolares pela Polícia Militar.
3 – Limitação da abertura dos portões das escolas.
Entrada e saída, mantendo os horários de aulas com a presença de todos os estudantes.
Demais atendimentos mediante agendamento na direção das escolas.
4 – Instalação de 1.100 câmeras e botão de pânico na rede escolar no prazo de 60 dias em Cuiabá e Várzea Grande, e posteriormente nos demais municípios.
5 – Intensificação das técnicas de mediação escolar e circuitos de cultura de paz, em parceria com o Ministério Público e o Tribunal de Justiça.
6 – Ampliação da campanha “Paz na Escola” através dos grêmios estudantis em toda a rede escolar.
7 – Aumento do quadro de profissionais psicólogos nas DREs.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.