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Novo prédio da delegacia de Peixoto de Azevedo é inaugurado

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A união de esforços para reforçar a atuação da Polícia Civil no norte do Estado foi fundamental para a idealização e construção do novo prédio da Delegacia de Peixoto de Azevedo, inaugurado na manhã desta quinta-feira (10.03). O evento contou com a participação de autoridades, imprensa e população da região.

O prédio, de 750 metros quadrados, possui várias salas, cartórios, sala depósito, sala de investigação, quatro celas, alojamento, ambiente especializado para atendimento de vítimas de violência doméstica e crianças e toda estrutura para receber a população de maneira adequada, com mais conforto.

A idealização da nova Delegacia de Peixoto de Azevedo iniciou com apoio do Ministério Público local que propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Governo do Estado e ao município, reunindo diversas instituições que ficariam responsáveis pela construção da nova unidade da Polícia Civil no município.


Para execução das obras, que iniciaram há dois anos, a Polícia Civil contou com diversas parcerias, como da Prefeitura Municipal, que fez articulação da doação do terreno por parte da Associação dos Produtores e Cadeia Pública local, que cedeu reeducandos para atuarem na mão de obra para construção da unidade.

O Ministério Público e o Poder Judiciário destinaram os recursos necessários para custear os materiais utilizados e o Conselho de Segurança (Conseg) foi responsável pela execução da obra.

A Polícia Civil, por meio da Diretoria de Execução Estratégica (DEE), providenciou a aquisição do projeto de planta baixa da nova delegacia e acompanhou a execução do projeto junto ao Ministério Público, cedendo policiais para assessorar as obras, realizar orçamentos para as necessidades imediatas da construção e enviando móveis e equipamentos que mobiliaram a delegacia.

Acompanhando todas as etapas desde o início da idealização da nova delegacia, o delegado regional de Guarantã do Norte, Geraldo Gezoni, disse que a unidade demonstra a postura de investimento da Diretoria do Polícia Civil e do Governo do Estado, aliado a união de esforços junto a outras instituições para estruturação das delegacias de Mato Grosso.

“Havia essa necessidade da Polícia Civil acompanhar o desenvolvimento das cidades da região, não só Peixoto de Azevedo, como Matupá, Terra Nova do Norte, Guarantã do Norte, que são municípios que possuem o agronegócio, assim como a mineração como principais atividades econômicas, movimentando o Estado e o país. Hoje podemos dizer que a Polícia Civil está mais preparada para fazer frente e dar a segurança pública que a população da região norte do estado tanto merece”, disse o delegado regional.

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O delegado de Peixoto de Azevedo, Edmundo Félix, que assumiu a unidade há um ano e quatro meses, chegou ao município no início das obras da nova delegacia e disse que foi um grande desafio conciliar o trabalho em uma delegacia antiga,  sem estrutura e a dedicação e empenho para a construção da nova unidade.

“Peixoto de Azevedo foi a minha primeira lotação e logo de início tive a oportunidade de participar da realização da obra da nova delegacia da cidade. Estamos saindo de um prédio antigo, sem estrutura adequada e partimos para uma estrutura nova, em prédio próprio, condizente com as necessidades dos servidores e dos cidadãos. É um momento de vitória e realização para a população. E para a Polícia Civil, que ganha uma motivação a mais para desempenhar o seu trabalho”.

Espaço de qualidade

Muito emocionado com a inauguração da unidade, o promotor de Justiça Marcelo Mantovani Beato lembrou que a antiga estrutura da Polícia Civil no município já estava deficitária no atendimento ao público e que os servidores também estavam limitados porque a unidade já estava imprópria para uma atividade essencial como a desenvolvida pela Polícia Civil.

“Identificadas as necessidades, foi desenvolvido um planejamento bastante coeso e organizado, chamando autoridades e organizações sociais para que somassem esforços, providenciando recursos e parcerias e após quase dois anos de obras, agora vamos colher os frutos desse trabalho, que vai melhorar a atuação e engrandecer a imagem da Polícia Civil na região e em todo Estado”, disse o promotor.

A melhora do atendimento público ao cidadão e a ampliação do serviço prestado pela Polícia Civil foram os pontos ressaltados pelo juiz da Comarca de Peixoto de Azevedo, Evandro Juarez Rodrigues, com destaque especial para o atendimento ao público do Núcleo de Atendimento a Mulheres e Crianças em uma sala específica, longe do agressor, cumprindo todas as determinações legais.

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“Estamos frente a uma delegacia que traz inúmeros benefícios para a população. Hoje temos em Peixoto de Azevedo uma delegacia que permite receber novos delegados, investigadores e escrivães com todas as condições que um prédio público precisa ter. São inúmeros benefícios alcançados com a nova estrutura e que com certeza irão somar a atuação da Polícia Civil na região”, disse.

O delegado-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval, destacou que  toda sociedade de Peixoto de Azevedo está recebendo um presente com a entrega da nova delegacia do município, uma vez que a Polícia Civil é a instituição  responsável por iniciar o processo criminal, produzir a materialidade e efetivamente praticar a política de prevenção de Segurança Pública.

“Para que o Ministério Público tenha condições de oferecer uma denúncia correta, e o Judiciário consiga punir o crime, nós precisamos ter condições de trabalho. Hoje em Peixoto de Azevedo, os policiais têm as melhores condições. A Polícia Civil tem evoluído cada vez mais nos quesitos de tecnologia, de infraestrutura, de gestão no sentido de colocar o espírito de empreendedorismo na cabeça dos gestores e de execução, demonstrado nesta unidade que recebemos aqui hoje”, destacou Dermeval.

O secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, lembrou a primeira vez que esteve em Peixoto de Azevedo, em fevereiro de 1988, ocasião em que colocaram fogo na delegacia do município. “Hoje eu volto a Peixoto de Azevedo para inaugurar a nova delegacia da cidade com uma estrutura de alto padrão. Nesse tempo trabalhando com Segurança Pública eu aprendi que com integração e parceria é possível construir o que quiser. E posso dizer que a Polícia Civil, com a colaboração dos seus parceiros, está alcançando em suas unidades níveis cada vez mais elevados de estrutura para atender seus servidores e cidadãos”, destacou o secretário.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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