MATO GROSSO
O evento vai reunir mais de 1.500 estudantes e profissionais da educação no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) promove o 1º Encontro dos Grêmios Estudantis do Estado de Mato Grosso nesta quinta-feira (01.06), das 10h às 15h30, no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. O evento tem como tema “Conexão Jovem” e espera a presença de mais de 1,5 mil estudantes de todos os municípios, além de professores interlocutores dos grêmios, gestores escolares, coordenadores pedagógicos e representantes das Diretorias Regionais de Educação.
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, diz que o Conexão Jovem será um acontecimento importante, que reunirá representantes dos grêmios estudantis das 668 unidades escolares da Rede Estadual de Ensino, além de se tornar um fórum de debates sobre o protagonismo estudantil no processo de ensino e aprendizagem.
“O principal papel assumido pelos grêmios é o de levar as demandas dos estudantes para professores, coordenação, direção e a comunidade escolar. Dessa forma, se tornam atores ativos no cotidiano da escola. Por isso, é importante reunir essas lideranças estudantis para que possamos apresentar a eles ações fundamentais para o desenvolvimento da educação pública e do cumprimento das metas do Programa Educação 10 Anos”, ressaltou o secretário.
Dentre as discussões promovidas no encontro está a importância do grêmio estudantil e do protagonismo juvenil, em um bate-papo com o presidente do Conselho Estadual da Juventude, Daniel Vitor.
Durante o evento, os estudantes também vão conhecer novidades sobre o futmesa, que vem ganhando espaço no lazer dos estudantes no país. A novidade, que chegará às escolas da Rede Estadual de Ensino, será implantada por solicitação dos grêmios e mistura futebol, vôlei e tênis de mesa.
Outro momento de grande expectativa será a apresentação do E-Campeonato Inter Grêmios, pelo especialista em marketing Adriano Echeverria. Ele vai explicar o formato, as regras, datas de competições e sobre a premiação. De acordo com Echeverria, “os estudantes vão conhecer, também, sobre os conteúdos extras, como o uso do game na sala de aula e palestras que acontecerão sobre os benefícios dos jogos e as novas tecnologias como Inteligência Artificial”.
Além disso, os participantes vão aprender e se divertir com o espetáculo Ciência em Show. Será um momento lúdico com experiências ao vivo que tem como objetivo motivar a comunidade estudantil para a prática científica. A robótica também estará presente nas apresentações da equipe Sim Inova.
Por fim, o encontro terá uma apresentação do Influencer do Instagram e do TikTok, Bruno Clash, além de um Show Meet.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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