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DESEJO DE MATAR

Perseguido, homem é esfaqueado e morre em frente a espetinho

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MATO GROSSO

Um homem identificado como Raul Ernesto Jaramillo morreu com perfurações no peito e pescoço na noite deste sábado (17) na região central de Sinop (a 420 km de Cuiabá). Ele chegou a pedir socorro, mas faleceu antes do atendimento chegar.

A vítima morreu em frente ao “Espetinho do Neguinho”. O proprietário revelou à Polícia Militar que viu a vítima passando correndo em frente ao local, sendo seguido por um outro homem com uma pedra na mão.

Momentos depois, segundo ele, a vítima apareceu em seu bar com perfurações pelo corpo pedindo por socorro. Em seguida, caiu no chão e morreu.

A PM informou que a vítima não estava com documentos de identificação no momento do crime, sendo identificado posteriormente.

Ao site Só Noticias, o sargento da PM Maziero, dos Bombeiros, falou sobre os ferimentos encontrados no corpo.

“A guarnição verificou que ele apresentava ferimento por corte perfurante no peito. Conseguimos visualizar um ferimento no peito e mais uma lesão no lado do pescoço, porém mais superficial não chegando a ser fatal. Segundo a médica, o do peito foi o causador da morte”, disse o sargento.

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O Corpo de Bombeiros da cidade constatou a morte. A Polícia Civil investiga o crime.

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MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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