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Polícia Civil reforça equipe na investigação de crime de explosão em supermercado

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A Polícia Civil de Mato Grosso iniciou as investigações para apurar a ocorrência de uma explosão em um supermercado de Rondonópolis, na noite de terça-feira (04.04). Equipes das delegacias especializadas do município estão empenhadas em esclarecer o fato.

A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, reforça que equipes especializadas da instituição foram encaminhadas a Rondonópolis para reforçar a Delegacia Regional na investigação.

As apurações preliminares apontam indícios de crime. A Polícia Civil já requereu as perícias necessárias, que serão realizadas pela Politec-MT e pessoas estão sendo ouvidas, tanto funcionários quanto clientes do estabelecimento comercial.

A explosão ocorreu na noite de ontem, em um supermercado localizado na Vila Operária. A equipe plantonista da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada por volta das 19 horas com o relato da explosão e seguiu para no local para análise dos fatos.

O Corpo de Bombeiros esteve no local e fez a contenção da fumaça que se espalhou com a explosão.

O delegado regional de Rondonópolis, Thiago Garcia Damasceno pontua que todas as informações estão sendo averiguadas a fim de esclarecer o fato e a motivação. “A apuração está sob sigilo. Não podemos passar outras informações a fim de não comprometer o andamento da investigação”, afirmou o delegado Thiago.

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Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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