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Polícia cumpre 151 ordens judiciais, e 43 mandados de prisão preventiva contra traficantes de drogas sintéticas em Mato Grosso

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Da Redação

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira 05.03, a terceira fase da operação Doce Amargo para desarticular uma quadrilha de traficantes de drogas sintéticas que atuam na região metropolitana de Cuiabá.

Cerca de 151 mandados judiciais foram expedidos pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO), sendo 43 de prisões preventivas e 54 busca e apreensão além de outras 54 ordens de bloqueio de contas.

As investigações foram elaboradas pela DRE, com base nas investigações das equipes especializadas. A operação Doce Amargo  faz parte da Operação Erga Omnes, realizada pela Polícia Civil que tem o objetivo de combater o tráfico no estado de Mato Grosso.

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Cuiabá,  Cáceres, Campo Novo do Parecis, Santo Antônio do Leverger, Castanheira e Foz do Iguaçu (PR).

Segundo as informações da DRE, foram identificados o tráfico de drogas sintéticas como Ecstasy, MDMA, e LSD, além de maconha, que eram comercializados e entregues em Birros nobre da capital mato grossense principalmente em festas e baladas.

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Ainda segundo as investigações, os traficantes dividiam tarefas, onde alguns eram fornecedores direto, e que o dinheiro era utilizado para a compra de outras drogas em maior quantidade e mais refinada.

Já a outra parte do grupo  comprava drogas de terceiros, intermediando uma espécie de rateio para a ampliação da venda de drogas ilícitas.

Identificou ainda o pagamento  de uma espécie de taxa para uma facção criminosa, para a liberação das atividades ilícitas do bando.

Foram necessários um forte aparato da polícia para que fosse possível realizar a operação. Cerca 51 homens das equipes da Polícia Civil, com um total de 230 policiais de várias unidades da Diretoria de Atividades Especiais e Diretoria Metropolitana, além de delegacias do interior do Estado e Paraná.

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“Tumores cerebrais estão entre as principais causas de óbitos em crianças”, reforça especialista

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O mês de maio é marcado pela campanha Maio Cinza, dedicada à conscientização sobre os tumores cerebrais, uma condição grave que exige atenção, informação e acesso rápido ao diagnóstico e tratamento adequado. A iniciativa busca alertar a população sobre sinais e sintomas, além de reforçar a importância da detecção precoce para aumentar as chances de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 11.400 novos casos anuais de câncer cerebral e do sistema nervoso no Brasil. Em Mato Grosso, a taxa projetada fica em torno de 140 casos. De acordo com o médico cancerologista pediátrico e coordenador científico do projeto de Diagnóstico Precoce da Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACCMT), Dr. Wolney Taques (CRM-MT 3592, Cancerologia Pediátrica-RQE-48), os tumores cerebrais estão entre as condições neurológicas mais complexas e desafiadoras da medicina e as que mais causam óbitos.

“Sabemos que esses tumores podem acometer pessoas de qualquer idade. No entanto, em crianças, eles estão entre as principais causas de mortalidade, juntamente com casos de leucemia e linfoma. Trata-se de um tipo de câncer bastante agressivo, que pode deixar sequelas”, explicou o médico.

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Embora não sejam necessariamente a forma mais comum de câncer, eles estão associados à alta gravidade clínica, especialmente devido ao impacto que podem causar em funções vitais do sistema nervoso central. Em muitos casos, o diagnóstico tardio contribui para a piora do prognóstico, o que torna a conscientização ainda mais essencial.

Entre os principais sintomas que merecem atenção estão dores de cabeça persistentes e progressivas, alterações visuais, convulsões, mudanças de comportamento, dificuldades motoras e problemas de fala ou memória. A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de um tumor, mas indica a necessidade de avaliação médica especializada.

O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento. Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética são fundamentais para identificar alterações no cérebro e permitir a definição da conduta terapêutica mais adequada, que pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.

“É fundamental destacar que crianças que apresentem sintomas devem ser avaliadas por um médico pediatra. Caso haja suspeita de tumor cerebral, o encaminhamento imediato para um especialista em oncologia pediátrica é essencial, pois aumenta as chances de cura e reduz o risco de sequelas. Tanto o pediatra quanto o especialista em oncologia pediátrica podem solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que são decisivos para confirmar o diagnóstico”, concluiu.

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Ao longo desses 27 anos, a AACCMT já acompanhou cerca de 900 crianças e adolescentes e realizou mais de 25.638 mil atendimentos. Entre eles alguns casos de tumores cerebrais.

“Nosso objetivo é oferecer todo o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam realizar o tratamento adequado e receber acompanhamento psicológico, com a participação da família, sem comprometer a rotina escolar por estarem afastados de casa”, pontuou o vice-presidente da AACCMT, Benildes Firmo.

Sobre a AACCMT

A AACMT é uma instituição sem fins lucrativos que oferece hospedagem gratuita para crianças com câncer e um acompanhante. Os assistidos vêm do interior de Mato Grosso, de outros estados, de áreas indígenas e até de outros países, em busca de tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá.

A associação disponibiliza também alimentação, transporte, atendimento psicossocial e acompanhamento multiprofissional, iniciativas que fazem a diferença na jornada de quem enfrenta a doença. Tudo isso é realizado de forma gratuita.

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