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Polícia Militar arrecada 4,3 toneladas de alimentos não perecíveis

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A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio da Corrida Homens do Mato e do 4º Batalhão, arrecadou, pelo projeto Pedal 4Bravo, 4,3 toneladas de alimentos não perecíveis, que serão distribuídos, neste final de ano, às famílias carentes e de baixa renda de Cuiabá e Várzea Grande.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, destacou a importância dos eventos esportivos como forma de integração da instituição com a população. 

“São dois grandes eventos, já consolidados no calendário esportivo da nossa região, que estimulam uma melhor qualidade de vida, integração com a sociedade e solidariedade para quem mais precisa”, afirmou.

O comandante do 4º Batalhão, tenente-coronel, Jean Araújo de Lima, ressaltou que fez um chamamento aos ciclistas e parceiros do Pedal 4Bravo, que completou dois anos, para mais uma ação de solidariedade e amor ao próximo. Além da sociedade civil organizada, a arrecadação contou com apoio da TV Cidade Verde. 

O projeto reúne centenas de ciclistas todas às segundas-feiras pelas ruas de Cuiabá e Várzea Grande. Além da organização e da divulgação pelas redes sociais, a Polícia Militar faz a escolta e o acompanhamento dos participantes durante todo o trajeto. 

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“O Pedal 4Bravo é o pedal da família, da qualidade de vida e da solidariedade. Hoje, ele é considerado um dos principais do Estado e já faz parte do calendário esportivo”, comentou o comandante do batalhão.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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