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População lota centro de Chapada dos Guimarães para inauguração da praça: “Governo entregou um cartão-postal da cidade”, destaca prefeito

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O governador Mauro Mendes e a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, acompanhados da filha Maria Luiza, entregaram a obra de reforma da Praça Dom Wunibaldo e a construção de cobertura na Rua Quinco Caldas, em Chapada dos Guimarães, na noite deste sábado (16.11). A cidade ficou lotada com a presença de moradores da região e turistas, que aguardavam ansiosos por essa entrega.

O prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Fronner, destacou que a entrega da obra é um marco histórico para a cidade.

“O governador Mauro Mendes vem fazendo grandes obras e de qualidade no Estado, e aqui em Chapada dos Guimarães não foi diferente. Chapada está recebendo hoje esse atrativo, que será um cartão-postal da cidade e que vai encantar todos os chapadenses e mato-grossenses. Em nome de todos quero manifestar gratidão pelo que estamos recebendo hoje. Muito obrigado, governador, por nos dar essa praça e muitas outras obras”, disse.

O Governo investiu R$ 14,5 milhões para melhorar a estrutura e garantir área de lazer com acessibilidade no local.

“Uma cidade só é boa para o turista se antes ela for boa para o cidadão que mora nela. Essa praça e a rua coberta não são para o turista, ela é para o chapadenses e para os mato-grossenses. Além dessa obra, vamos continuar fazendo muito mais por Chapada, para que o turismo de toda a região se desenvolva ainda mais”, afirmou o governador.

O senador Wellington Fagundes defendeu que a estadualização do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães será importante para que o Estado continue fazendo obras importantes para a região de Chapada.

“O governador Mauro, junto com a bancada federal, tem feito uma grande luta em Brasília quanto ao Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, para fazermos o que estamos fazendo aqui, obras lindas como essa. O parque é Nacional, mas pertence ao povo de Mato Grosso”, defendeu o senador.

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho, ressaltou as transformações que estão sendo feitas no turismo mato-grossense. “Com os investimentos do Governo de Mato Grosso, o turismo está ganhando outro patamar dentro do Estado”, disse.

A reforma da praça e a cobertura da rua foi feita por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), a qual forneceu os recursos, e a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), a qual executou a obra.

“O governador Mauro Mendes afirmou que investiria muito em turismo em Mato Grosso e é o que vem fazendo na sua gestão. Hoje, entregamos a revitalização da praça central e da rua coberta de Chapada dos Guimarães. Uma restauração que contempla o moderno aliado ao contexto histórico da cidade e da praça em si, respeitando seus monumentos tombados sem deixar de promover o lazer na cidade”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

“Mais uma demonstração do que precisamos fazer em Chapada, estamos com várias obras que passam por Chapada. A ferrovia está chegando, o rio da Casca de dona Virgínia está recebendo a pavimentação. É isso que leva nosso governo adiante, não é sempre que surge um governador que faça esse investimentos todos os dias”, explicou o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo Oliveira.

Também estiveram presentes a senadora Margareth Buzzetti; os deputados federais Abílio Brunini e Gisella Simona; os deputados estaduais Max Russi, Beto Dois a Um, Carlos Avallone e Juca do Guaraná; os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil), Grasi Bugalho (Assistência Social e Cidadania), Laice Souza (Comunicação), Jefferson Neves (Cultura Esporte e Lazer), e Coronel César Augusto Roveri (Segurança Pública, Coronel); e vereadores de Chapada dos Guimarães.

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A Inauguração contou, ainda, com apresentações regionais do cantor Raul Fortes, o trio Pescuma, Henrique e Claudinho e o grupo de Siriri do município, promovidas pela Prefeitura de Chapada dos Guimarães.

A praça foi reformada mantendo elementos de sua arquitetura original, como seu traçado. Além disso, nenhuma das árvores existentes foi removida. Todo o piso foi trocado garantindo acessibilidade aos turistas e chapadenses.

Agora, o local conta com playground lúdico, bancos de concreto e estacionamento para bicicletas. Após anos desativada, a fonte da praça foi revitalizada e conta com equipamento para apresentações artísticas com show de luzes e água.

As ruas do entorno do local, Cipriano Curvo, Quinco Caldas e Fernando Corrêa tiveram o pavimento refeito em blocos intertravados, totalizando uma extensão de 566 metros. Foram realizadas ainda melhorias na drenagem das ruas e a revitalização das calçadas.

Com um desenho inspirado na Igreja da Sé de Santana, a rua Quino Caldas recebeu uma cobertura metálica, o que permitirá que o espaço seja utilizado em dias chuvosos. O trecho também conta com iluminação de postes ornamentais e guarda-corpos, para proteger o espaço dos pedestres.

Toda a reforma no local teve aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e licenças da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Todos os setores municipais também foram ouvidos em audiências públicas no município, como a prefeitura, Câmara de Vereadores, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e o padre José, que administra a igreja matriz.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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