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Por ‘questões pessoais’, Bela Gil não assumirá cargo no Ministério do Desenvolvimento Agrário

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A culinarista e apresentadora Bela Gil não vai assumir, neste momento, nenhum cargo no Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Bela comunicou diretamente ao ministro Paulo Teixeira, neste sábado (7), que ‘por questões profissionais e pessoais, não conseguiria assumir’ a Secretaria Especial de Alimentação Saudável, a ser criada pela pasta.

O convite foi feito durante a semana, e, na última sexta-feira (6), o governo federal chegou a anunciar que a apresentadora integraria a equipe do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. A nota oficial marcou até a data – próxima segunda-feira (9) – para o anúncio do ministro Paulo Teixeira.

Apesar de dizer que não teria condições de assumir imediatamente o convite, Bela Gil informou que pode contribuir neste primeiro ano de forma voluntária, como consultora especial da Secretaria Especial de Alimentação Saudável, e deixou as portas abertas para assumir futuramente o cargo.

O g1 entrou em contato com o ministério. Em nota, a pasta afirmou que Bela Gil se comprometeu a “colaborar e prestar consultoria” ao governo Lula na área de alimentação saudável, mas disse que não vai assumir a secretaria neste momento “por razões familiares e profissionais”.

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“O ministro agradece a disposição de Bela Gil e vai contar com a ajuda dela na importante missão de combater a fome e melhorar a qualidade da alimentação do povo brasileiro, um dos pontos centrais do programa de governo do presidente Lula”, informou o ministério.

G1

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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