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Prefeitos destacam obras do Governo no interior: “vão viabilizar produção”

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Prefeitos destacam obras do Governo no interior: “vão viabilizar produção”

O Governo do Estado realiza investimentos para melhorar a infraestrutura de todos os municípios mato-grossenses. Com 3.500 quilômetros de estradas asfaltadas nos últimos cinco anos, as obras realizadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística criam novas rotas para o escoamento da produção e melhoram a qualidade de vida da população.

Em Paranatinga, o prefeito Marquinhos do Dedé falou sobre a construção do Rodoanel da cidade, que tem 10,63 km de extensão, em um investimento de R$ 37 milhões. “O rodoanel está praticamente concluído, é uma obra muito importante que vem tirar todo o fluxo de caminhões do centro da cidade”, explica o prefeito.

Ele também destaca a construção de oito pontes de concreto no município, convênios para substituição de pequenas pontes de madeira por aduelas de concreto e obras rodoviárias, como a MT-130 e a MT-129, que liga o município até Gaúcha do Norte. “São várias obras que estão beneficiando Paranatinga, que vão viabilizar toda a retirada da nossa produção de grãos. Isso é o trabalho do Governo do Estado”, disse.

Em Nova Lacerda, o prefeito Uilson José da Silva visitou a obra de asfaltamento da MT-473, que vai ligar o município até Campos de Júlio. O trecho asfaltado tem 12 quilômetros e atravessa um trecho de serra. O investimento será de R$ 106,7 milhões.

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“Essa é uma obra que atende a demanda da população, que vai beneficiar a comunidade Ouro Verde e nos ligar até Campos de Júlio. Vai melhorar o escoamento da produção do município”, opinou o prefeito.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) também está asfaltando 36,6 km da MT-322, que vai ligar Bom Jesus do Araguaia até um trecho asfaltado da BR-158. O investimento total na obra é de R$ 67,6 milhões.

“É um momento muito importante. Temos que agradecer o Governo por várias ações no nosso município, principalmente a MT-322 que vai melhorar muito a nossa região do Araguaia. Uma obra que já está com mais da metade concluída e, se Deus quiser, nesse ano vamos terminar tudo para melhorar a qualidade de vida da população de Bom Jesus”, disse o prefeito Mansão.

Já em Ipiranga do Norte, o prefeito Orlei Grasseli falou sobre a importância das obras na MT-010, que vão garantir que o município tenha vários acessos pavimentados. “Só tenho que agradecer o governador pela importância que é essa obra para Ipiranga do Norte. É a ligação entre a MT-242 e a MT-220, uma rodovia sonhada por todos os ipiranguenses”, disse.

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No total, estão sendo asfaltados 85 km da rodovia, ligando Ipiranga do Norte até a localidade de Americana do Norte. O investimento é de R$ 93 milhões e as obras serão finalizadas em 2024.

A Sinfra-MT também investe na recuperação de estradas. Uma delas é a MT-352, entre Vale de São Domingos e Araputanga, passando por Jauru, Figueirópolis D’Oeste e Indiavaí. São 95 km de extensão e um investimento de R$ 16 milhões.

“Uma obra de qualidade. Só tenho a agradecer o governador Mauro Mendes e o secretário Marcelo de Oliveira por essa tão sonhada obra de recuperação”, afirmou o prefeito de Vale de São Domingos, Geraldo Martins da Silva.

Na mesma região, o prefeito de São José dos Quatro Marcos, Jamis Bolandin ressaltou a restauração de 104 km da MT-175, entre a BR-174 e Reserva do Cabaçal, um investimento de R$ 19 milhões.

“Eu lembro como se fosse hoje a MT-15, desde o entroncamento do Cacho até Reserva do Cabaçal era um caos. Mas hoje tenho o prazer de vir aqui e agradecer a esse Governo, que investiu nas estradas, investiu em maquinários, investiu em Mato Grosso”, disse.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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