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Prefeitura de Sorriso lança aplicativo para pré-cadastramento habitacional

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A prefeitura lançou, esta manhã, o aplicativo de pré-cadastro habitacional para que famílias de baixa renda possam entrar em programas e realizar o sonho da casa própria. De acordo com o coordenador da pasta de Habitação, Brendo Braga, o sistema fará “levantamento atualizado de qual é o déficit habitacional, quantas famílias hoje pagam aluguel, mora de favor e tem renda abaixo de R$ 8 mil e gostaria de ter a sua casa própria, de se cadastrar em um programa habitacional.”

“A renda é dividida em três faixas, a um que é abaixo de R$ 2,6 mil, a dois que é até R$ 4,4 mil e a três que é para famílias com renda de até R$ 8 mil, lembrando que é a renda bruta mensal. A família que preenche os requisitos, entra no site da prefeitura, fazendo seu cadastro online e insere algumas informações que servirão para essa base de dados do município”, explicou Brendo.

O coordenador também afirmou que o pré-cadastro não é permitido que famílias que já tem cadastro em programas anteriores. “O sistema foi feito para ficar de forma transparente e justa, onde a pessoa que já foi contemplada em algum programa habitacional no município não conseguirá fazer, inclusive, o cadastro.”

A secretária de Assistência Social, Jucélia Ferro, ressaltou que a equipe da pasta estará auxiliando famílias durante o pré-cadastramento. “Sabemos que muitas pessoas não têm aquela agilidade para estar mexendo no celular, então nós estamos disponibilizando o cadastro único, para estarmos também auxiliando neste primeiro momento. Os pontos são nos CRAS São Domingos, São José, Praça Céu, também temos o Ganha Tempo do centro e da região Leste e a secretaria de Assistência Social.”

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Jucélia também relembrou sobre as 50 casas ofertadas gratuitamente para famílias em extrema pobreza, uma parceria entre o governo estadual e municípios. “Estão sendo fornecidas para pessoas em extrema pobreza, com uma renda per capita de R$ 100, então isso tudo vai ser elencado e analisado pela nossa equipe técnica da Assistência Social também. Então o município vai entrar com o local onde serão construídas e o governo com R$ 100 mil para construção destas casas que as pessoas não irão precisar pagar nada.”

O prefeito Ari Lafin destacou a primeira etapa de retorno do programa do Governo Federal. Ao todo, mais de 1,5 mil casas foram anunciadas para Mato Grosso, inicialmente. “A primeira etapa foi deixar claro ao governo federal através de uma inscrição nossa, que nós estamos disponíveis a receber o investimento do governo federal, Minha Casa, Minha Vida. O número para o Mato Grosso, é realmente muito baixo, mas tenho certeza de que este é o início de um programa. O que nós precisamos nos organizar é com a área. Na próxima semana, iremos lançar o edital de chamamento público para os interessados que tenham até 20 hectares e que queiram vender ao Poder Público municipal esta área.”

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“Obviamente, vamos oficializar isso, na próxima semana, aqueles que tiverem interesse encaminharão até 20 hectares através da secretaria de Governo e encaminharemos para o Conselho Municipal de Habitação, para fazer os critérios de valores e localização também, precisamos ter áreas bem localizadas, porque nada adianta vir uma área a 20 quilômetros da cidade, como iremos levar toda a parte logística para quem queira morar lá”, analisou o prefeito.

“O que temos definido até o momento são os 1 mil apartamentos do MT PAR, as quatro áreas estão aprovadas pela câmara de vereadores, o processo licitatório já está em processo final, parece que já temos uma empresa ganhadora, só estamos aguardando o prazo de homologação que deve acontecer essa semana”, acrescentou.

Só Notícias/Ana Dhein com Lucas Torres, de Sorriso (foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo)

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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