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Primeira-dama de MT anuncia inscrições da 3ª edição do Casamento Abençoado com sorteio de 4 imóveis

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A primeira-dama de MT, Virginia Mendes, anunciou as inscrições do Casamento Abençoado, que tiveram início nesta quarta-feira (02.10) e encerram no dia 15 de outubro, com a cerimônia marcada para o dia 10 de novembro. Os casais interessados devem procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do município cadastrado e, em Cuiabá, a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

O projeto, idealizado por ela, por meio da Unidade de Ações Sociais Atenção à Família (Unaf) e executado pela Setasc, tem a finalidade de proporcionar a regularização civil matrimonial aos casais que não tiveram a oportunidade de oficializar a união. A iniciativa atende a todas as religiões, pessoas com deficiência e hipossuficientes, com renda total de até três salários mínimos e cadastrados no CadÚnico.

A primeira edição ocorreu em Cuiabá, com 1.200 casais, em 2021. A segunda edição foi em Água Boa, com 200 casais, totalizando 1.400 matrimônios.

Nesta terceira edição, serão contemplados casais de Cuiabá e dos municípios que compreendem a baixada cuiabana: Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Jangada, Nossa Senhora do Livramento, Nobres, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Poconé, Porto Estrela, Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Várzea Grande.

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Para a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, o Casamento Abençoado é um sonho. Ela destaca a alegria que testemunhou ao participar das cerimônias e ser madrinha de 1.400 casais.

Além disso, anunciou a novidade da parceria com a MT PAR com os sorteios de imóveis, a partir de parcerias com as empresas: Construtora e Imobiliária Farias LTDA, Pacaembu Construtora S.A. e Construtora e Imobiliária Paiaguás. Para concorrer, os casais precisam estar habilitados, ou seja, com todo o processo pronto para participar do sorteio de quatro imóveis.

“Estou muito feliz por estar, mais uma vez, organizando este grande evento que celebra o amor. Muitos casais desejam oficializar o matrimônio, mas os custos são altos. A parceria do Governo do Estado com os órgãos parceiros foi um sucesso, tanto que estamos ampliando o alcance. Nesta edição, teremos os sorteios dos imóveis, uma ótima novidade, e desde já agradeço às empresas por nos apoiarem. Também agradeço ao presidente Wener Santos, da MT PAR, que trouxe essa novidade dos sorteios dos imóveis para nós disse”, Virginia Mendes.

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A primeira-dama do Estado pediu a atenção dos Cras dos municípios que aderiram ao projeto para que divulguem o evento. “Em outras edições, alguns casais não conseguiram se inscrever porque não tiveram acesso à informação. Agora, vamos nos empenhar e divulgar ao máximo”, ressaltou.

O Casamento Abençoado conta com a parceria da Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso (Anoreg-MT), da Associação de Registradores de Pessoas Naturais de Mato Grosso (Arpen-MT), do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT), por meio da Corregedoria de Justiça e Justiça Comunitária, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), dos Tabelionatos Civis Municipais e das Secretarias Municipais de Assistência Social, através dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).

Serviço: Casamento Abençoado 2025
Inscrições: 02 a 15/10;
Data da Cerimônia:10 de novembro de 2024 (local em breve será divulgado);
Informação adicional: Os casais participantes e habilitados terão acesso ao sorteio de quatro imóveis.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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