MATO GROSSO
Primeira-dama de MT é madrinha do maior evento equestre do Centro-Oeste parceiro do SER Família Inclusivo
MATO GROSSO
A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, será a madrinha da Semana do Cavalo, um dos maiores eventos equestres do país e o principal do Centro-Oeste, que ocorrerá de 2 a 12 de maio. O reconhecimento se deve às atividades do programa SER Família Inclusivo, idealizado por ela e apoiado pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc), que oferece equoterapia para pessoas com deficiência ou em reabilitação.
Durante o evento, que está em sua 11ª edição, os visitantes poderão doar leite em pó ou fraldas descartáveis, infantis ou geriátricas para doação. Os produtos arrecadados serão destinados a entidades filantrópicas registradas na Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).
“Agradeço muito à organização pelo convite para ser madrinha deste maravilhoso evento. Este ano, além das atrações, damos grande destaque às iniciativas sociais. Por isso, convido todos da Baixada Cuiabana e demais regiões de Mato Grosso a se juntarem a nós nessa grande festa. Sou grata a todos os envolvidos”, expressou Virginia Mendes.
Cae Póvoas, um dos idealizadores do evento, destacou o impacto positivo da parceria com a primeira-dama.
“É gratificante ter dona Virginia como madrinha. Seu dedicado trabalho social nos inspirou a incorporar essa dimensão no evento, gerando impactos positivos na vida de muitas pessoas”, enfatizou.![]()
Projeto de Equoterapia atende crianças e adultos – Foto: Jana Pessôa/ Unaf
O projeto de equoterapia que é desenvolvido na Associação Nativo – Centro de Equoterapia Nativo, a Sociedade Hípica Cuiabana Póvoas & Corrêa Ltda – Haras Twin Brothers, e na Equoterapia Equitakids Rancho Dourado Ltda, beneficia jovens e adultos.
“Dona Virginia nos enxergou e seu olhar caridoso tem sido fundamental para o sucesso de nosso projeto”, afirmou Marco Póvoas, do Haras Twin Brothers.
Programação da 11ª Semana do Cavalo
30 de abril – terça-feira
8h – Entrada dos animais
01 de maio – quarta-feira
9h – 1º Etapa Laço comprido Oficial ABQM
02 de maio – quinta-feira
9h – 2º Etapa Laço Comprido Oficial ABQM
9h – 1º Etapa Ranch Sorting Oficial ABQM
03 de maio – sexta-feira
9h – 2º Etapa Ranch Sorting ABQM
9h – Julgamento Raça Pantaneiro
15h – Ranch Shorting Tira Boi
18h – Treino Laço Vaquinha / Bode
18h – Show Regional (Brothers Pub)
20h – Abertura Oficial
23h30- Show Lucas Reis e Thacio
Banda Scort Som
04 de maio – sábado
9h – Ranch Sorting Tira Boi
9h – Concurso de Hipismo Clássico
9h – Julgamento Raça Pantaneiro
18h – Show regional (Brothers Pub)
23h30 – Show Grupo Quinteto S.A.
Show Cleber e Cauan
05 de maio – domingo
9h – Julgamento Cavalo Pantaneiro
9h – Concurso de Hipismo Clássico
9h – Ranch Sorting Tira Boi
13h – Leilão Lida e Marcha
12h – Show regional (Brothers Pub)
06 de maio – segunda-feira
7h – Saída dos animais
8h30 – Cursos, Palestras e Seminários
18h30 – Show regional (Brothers Pub)
7 de maio – terça-feira
8h30 – Cursos, Palestras e Seminários
9h – Curso de Rédeas
18h – Show regional (Brothers Pub)
Apresentação dos Animais
20h30 – Leilão Nelore Pintado
8 de maio – quarta-feira
8h – Cursos de Rédeas com Jones Carlos
Atual awards ABQM 2023
Melhor treinador de rédeas do Brasil
2x campeão potro futuro
3 x campeão nacional
2x campeão congresso
2x campeão derby ANCR
2x campeão super stakes
2x campeão internacional cup
5 anos Awards melhor cavaleiro de rédeas ABQM
8h30 – Cursos, Palestras e Seminários
18h – Show regional (Brothers Pub)
19h – Leilão Haras São Gabriel
9 de maio – quinta-feira
8h – Cursos de Rédeas com Jones Carlos
Atual awards ABQM 2023
Melhor treinador de rédeas do Brasil
2x campeão potro futuro
3 x campeão nacional
2 x campeão congresso
2 x campeão derby ANCR
2 x campeão super stakes
2 x campeão internacional cup
5 anos Awards melhor cavaleiro de rédeas ABQM
8h30 – Cursos, Palestras e Seminários
9h – 1ª Etapa Laço Técnico cabeça e Pé
10h – Prova de Três Tambores
17h – Show regional (Brothers Pub)
19h – Leilão Babys e Embryos
10 de maio – sexta-feira
8h30 – Cursos, Palestras e Seminários
9h – Prova de Três Tambores
9h- Julgamento Raça Mangalarga Marchador
9h – 2ª Etapa Laço Técnico Cabeça e Pé
16h – Prova Aberta Team Roping
17h – Show regional (Brothers Pub)
17h – Prova Laço Bode
17:30h- Rodeio em carneiros
18h30 – Leilão Working Edition
18h30 – Prova de Tambor nas canelas
21h30 – Rodeio em Cavalos
23h30 – Show Carreiro e Capataz
Show – Os Federais
11 de maio – sábado
18h30h – Julgamento Raça Mangalarga Marchador
9h – Prova de Três Tambores
9h – Provas de Team Roping
12h – Leilão Touro Nelore
14h – Show regional (Brothers Pub)
17h – Prova de Tambor nas canelas
17h – Prova Laço Bode
21h – Rodeio em Cavalos
18h30 – Leilão Barrel Edition
23h30 – Show Marcos Paulo e Marcelo
Show Matheuzinho Sucessinho
12 de maio – domingo
10h – 2ª Leilão Girolando Araputanga
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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