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Primeira-dama de MT participa de inauguração de creche e da entrega de equipamentos da Seduc

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A primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, participou, nesta quarta-feira (03.07), da inauguração de obras de inauguração e da entrega de equipamentos tecnológicos e de ônibus escolares pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc), no município de Campo Verde.

O primeiro compromisso da agenda especial dos 36 anos de emancipação político-administrativa do município foi a inauguração da Creche Infantil Cora Coralina. “Essa obra é uma grande conquista para toda população, que atenderá a educação infantil em período integral”, disse Virginia Mendes.Depois, ela esteve presente na entrega pelo Governo do Estado de cerca de R$ 3 milhões em equipamentos para as escolas, como Chromebooks; TVs; notebooks para os professores e oito ônibus escolares, que irão atender o ensino fundamental de 1º ao 5º ano.

Também foi entregue a recuperação do pavimento urbano na esquina dos Trabalhadores com a Rua do Saber, pelo Governo do Estado com recursos de emendas parlamentares do então deputado federal Fábio Garcia, que atualmente é secretário-chefe da Casa Civil, e do deputado estadual Beto Dois a Um.

Na área de Lazer Recanto do Sol foram inauguradas as obras de revitalização, uma parceria entre Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), e município, com investimento de R$ 2,6 milhões.

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“A área de lazer ficou incrível, um espaço que agora a população vai aproveitar muito mais. Quero parabenizar a população por essa data tão especial de aniversário do município, e agradecer a Deus por me conceder a graça de comemorar com ela tantas entregas e assinaturas de projetos que com certeza irão somar ainda mais com o desenvolvimento. Parabéns Campo Verde”, afirmou Virginia Mendes.

Os investimentos do Governo do Estado em projetos e programas idealizados pela primeira-dama Virginia Mendes, sob a gestão da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), são de mais de R$ 3 milhões.

A primeira-dama do município destacou a presença das ações de Governo e da atuação da primeira-dama Virginia Mendes.

“Dona Virginia é um exemplo para todos nós. Desejo que Deus continue abençoando sua vida. Nós estamos felizes e agradecidos, porque o governador Mauro Mendes e dona Virginia são presentes em nosso município”, destacou a primeira-dama de Campo Verde, Rose Borges.

Ainda foram assinadas as ordens de serviço para a construção do novo Aeroporto Municipal, através do convênio com o Estado de R$ 5,4 milhões e da nova Delegacia de Polícia Civil; e ainda a assinatura de contratos de imóveis do SER Família Habitação, modalidade entrada facilitada, junto à Caixa Econômica Federal.

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“Graças à parceria que temos com o Governo do Estado e ao trabalho que a nossa primeira-dama Virginia Mendes tem desenvolvido no social podemos viver essa verdadeira transformação em nossa cidade, bem como em todo Estado”, ratificou o prefeito Alexandre Lopes.

Também participaram das entregas e assinaturas os deputados estaduais Max Russi, Beto Dois a Um, Diego Guimarães; os deputados federais Juarez Costa e Gisela Simona; o presidente da Câmara dos Vereadores, Silvio Eventos; os secretários de Estado David Moura, da Secel; Alan Kardec, da Seciteci; Alan Porto, da Seduc; coronel Grasi Bugalho, da Setasc; além do presidente da AMM e prefeito de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin, e da primeira-dama Ester Minosso; o prefeito de Campinápolis Zé Bueno; o presidente da MT Par Wener Santos; além de vereadores e secretários municipais.

Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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