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Primeira-dama de MT promove encanto natalino em bairros de Cuiabá com Natal Abençoado

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O ‘Projeto Natal Abençoado do SER Família Itinerante’, lançado no final de semana pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, voluntária na Unidade de Ações, entregou 5.200 cestas de Natal e 5 mil kits de doces para famílias e crianças dos bairros Jardim Industriário e Pedra 90, nesse sábado e domingo (16 e 17.12).

Idealizada pela primeira-dama, a programação é uma ação do Governo de MT, gerenciada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) com o apoio da Secretaria de Estado de Esporte, Cultura e Lazer (Secel), e recursos de emendas parlamentares da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A programação segue até o dia 23 de dezembro.

Caminhões decorados percorrerão diferentes bairros, transportando um cenário natalino. A estrutura do caminhão inclui som, iluminação interna decorativa com árvores de Natal, caixas de presentes, ursos e luzes de LED para fotos com o Papai Noel. A iniciativa promete momentos de alegria e confraternização para as famílias locais.

Para a missionária Adriana Sousa, responsável pela Associação Mulheres Abençoadas do Bairro Industriário, a presença da primeira-dama do Estado nas ações sociais é uma benção na vida das pessoas. “Eu quero dizer para a senhora que em toda a minha vida eu já tive sonhos, Deus já me deu visões, um dia recebi uma palavra que Deus usaria alguém, mas eu não tinha noção que seria uma mulher que olha tanto por todo mundo, sem se importar com as próprias dores, que seria a primeira-dama Virginia Mendes. As ações idealizadas por ela são bênçãos na vida das pessoas”, pontuou.

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No primeiro dia do ‘Natal Abençoado do SER Família Itinerante’ no Bairro Industriário, foram entregues 1.200 cestas de natal e 2 mil kits de doces às crianças. Já neste domingo, no Bairro Pedra 90, foram distribuídos 4 mil cestas e 3 mil kits de doces.

Durante as visitas, o Papai Noel é a atração principal. É ele quem distribui os kits para as crianças, cestas de Natal e proporciona momentos mágicos à população. A comunidade é convidada a participar e celebrar juntos a temporada festiva.

“A intenção de levar o Natal Itinerante aos bairros é aproximar as famílias ainda mais desta época linda, assim como o Natal Abençoado do SER Família na Arena Pantanal, os caminhões vão levar entretenimento e muita diversão. Muitas pessoas não conseguem sair dos bairros, então pensamos com muito carinho nesta nova proposta. Além do entretenimento, das cestas especiais de Natal e dos kits do doce, estamos levando amor e carinho para as pessoas”, afirmou a primeira-dama.

Ela enfatizou que a iniciativa busca espalhar o espírito natalino e promover momentos de alegria. “Que este Natal seja marcado pela união e generosidade, e que façamos reflexão no verdadeiro sentido do Natal, do nascimento do menino Jesus, do amor que Ele trouxe à terra. Um feliz e abençoado Natal a todas as famílias”, desejou Virginia Mendes.

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Célia Regina dos Santos, moradora do Bairro Pedra 90, contou que o Natal Itinerante chega em ótima hora. “Achei maravilhosa essa ação porque muitas pessoas passariam necessidades esta semana, especialmente nesta semana do Natal, e essa cesta vai ajudar muitas famílias a colocar na mesa o alimento e festejar com seus familiares. A iniciativa da primeira-dama Virginia Mendes é muito inteligente e feita com muito carinho”.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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