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“Primeira-dama nos deu a missão de fazer as ações chegarem às pessoas que mais precisam”, destaca secretária

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A secretária interina de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasielle Bugalho, afirmou, em entrevista ao programa Tribuna, da Vila Real FM, nesta quarta-feira (01.02), que recebeu da primeira-dama Virginia Mendes a missão de fazer com que o Programa Ser Família, instituído na última sexta-feira (27.01), após a sanção da Lei 12.013/2023 pelo governador Mauro Mendes, chegue às famílias mato-grossenses que mais precisam de apoio. 

“A primeira-dama do Estado nos deu essa missão. Ela quer que a gente consiga integrar todas as ações e fazer com que elas realmente cheguem às pessoas. Esse é o nosso desafio”, destacou.

O programa vai beneficiar famílias com renda per capita de até R$ 105, conforme os parâmetros definidos pelo Ministério da Cidadania. “O valor do benefício para as famílias em situação de vulnerabilidade agora é estabelecido em até uma UPF (Unidade de Padrão Fiscal), que hoje está girando em torno de R$ 220”, pontou a secretária. 

Grasielle explicou que o programa passará a atender em cinco vertentes. São elas: Ser Idoso, voltado às pessoas idosas Ser Criança, destinado à compra exclusiva de vestuário, itens básicos de uso pessoal e materiais escolares e às mulheres chefes de família com crianças; Ser Inclusivo, que beneficia pessoas com deficiência (PCD); Ser Indígena, voltado aos povos indígenas e o Ser Mulher, destinado exclusivamente ao custeio de aluguel para as mulheres vítimas de violência doméstica.

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A secretária afirma que o valor diferenciado do Ser Mulher para ajudar as mulheres vítimas de violência com medidas protetivas com moradia é uma inovação do Governo de Mato Grosso. Nesse caso, o benefício é de R$ 600. “É uma inovação que poucos lugares possuem. Mato Grosso está saindo na frente e inovando nas políticas públicas da nossa região”, ressaltou.

Sobre a experiência na área de assistência social, a secretária Grasielle Bugalho explicou que está completando 25 anos de serviços prestados ao estado, como comandante do Batalhão de Trânsito, Coordenadora de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar.

“A proteção social perpassa por todos os lugares e a segurança pública é um deles. A defesa requer essa proximidade da segurança e da assistência social”, disse.

A secretária salienta que uma ação pública executada de forma correta pode mudar a vida de inúmeras pessoas em vulnerabilidade social. 

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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