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Programa Jovens Embaixadores tem inscrição prorrogada até 17 de fevereiro

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A inscrição para o Programa Jovens Embaixadores (JE), edição de 2022, foi prorrogada para o dia 17 de fevereiro. Esta edição marca os 20 anos do programa que, em 2022, retoma as atividades presenciais nos EUA, caso as condições de saúde e segurança estejam favoráveis.

O programa Jovens Embaixadores é promovido pela Embaixada e Consulados dos Estados Unidos no Brasil; e selecionará 50 alunos de todas as partes do Brasil que são levados para um intercâmbio nos Estados Unidos. Entre os pré-requisitos, os candidatos devem escrever e falar fluentemente a língua inglesa.

O público-alvo do programa são jovens empreendedores que, por meio de iniciativas e ações criativas e inovadoras, sejam elas pequenas ou grandes, geram benefícios e ajudam a promover o bem-estar social.

Assim como muitos estudantes do ensino médio já começam a pensar em carreiras e oportunidades profissionais, o programa também foca no desenvolvimento de habilidades para o ambiente em constante transformação do século XXI.  

Outras informações e inscrições, acesse o site www.jovensembaixadores.org.br 

LIVE

Na terça-feira (08.02), a partir das 19h30, será apresentada uma live no Instagram para divulgar o programa e contar um pouco sobre o impacto desse programa na vida de três jovens que foram os vencedores e viajaram para os Estados Unidos:  Giovani Rocha @ogiovanirocha, (2009), Lorenna Vilas Boas @lorevboas (2016), e Aisha Paz @aishapaz (292). Eles vão contar um pouco sobre o impacto do programa em suas vidas, realizações, e falar também sobre diversidade e oportunidades.

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Fonte: GOV MT

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Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado

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A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.

Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.

O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.

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Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.

É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.

O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.

Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso

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