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Reformas e adequações geram melhorias em unidades penitenciárias de MT

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Três penitenciárias de Mato Grosso receberam reformas e adequações recentes, melhorando assim o ambiente de convívio de recuperandos e servidores. Ao todo, foram investidos mais de R$ 22,3 milhões, com grande parte dos recursos do próprio Estado, mas que contou também com a colaboração do Conselho da Comunidade local.

Na Penitenciária Major PM Eldo Sá Corrêa – Mata Grande, em Rondonópolis, as melhorias ocorreram na ampliação do setor de educação dos recuperandos, nas salas de atendimento à saúde e de videoconferência, no hall de entrada da unidade, na construção das salas de Estado Maior e de um espaço para os servidores que atuam na unidade.

Além disso, o sistema elétrico, a instalação de sistema de ventilação e de água gelada, além da automatização das portas, fazem parte da reforma, que contou com um investimento de R$ 12,9 milhões em recursos do Governo do Estado.

Ampliação do espaço destinado à educação na Mata Grande

Já no Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, foram investidos pouco mais de R$ 8,8 milhões – também com recursos próprios – para a construção do muro do perímetro, de quatro torres de vigilância e do prédio do corpo da guarda.

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Na Penitenciária Major PM Zuzi Alves da Silva, em Água Boa, as reformas ocorreram nos raios Verde e Azul, no setor administrativo, nas torres e muralhas e em melhorias do circuito de monitoramento. O investimento é de pouco mais de R$ 528 mil, neste caso disponibilizados pelo Conselho da Comunidade.

O secretário adjunto de Administração Penitenciária, Jean Gonçalves, destacou que estas reformas também fazem parte do projeto de reformulação do Sistema Penitenciário, que teve início com a construção de novos raios na Penitenciária Central do Estado (PCE).

“A missão. que nos foi dada pelo governador Mauro Mendes no início da gestão, também compreende dar mais dignidade aos servidores, que atuam nas unidades penais do estado, e aos recuperandos, para que possam cumprir sua pena reclusos, mas em condições de serem ressocializados e retornarem à sociedade”, destacou o adjunto.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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