MATO GROSSO
Reitora da UFMT discute em Brasília emancipação do câmpus de Sinop
MATO GROSSO
A reitora eleita da Universidade Federal de Mato Grosso, professora Marluce Souza, esteve hoje em Brasília, onde discutiu a possibilidade de emancipação dos câmpus do Araguaia e Sinop. A reitora eleita destacou que a comunidade universitária dessas localidades deseja construir um diálogo maior sobre o tema.
“Recebi a solicitação de um grupo de docentes que estão pedindo que o processo de emancipação seja suspenso até que as bases sejam ouvidas. É muito importante considerar tal demanda”, afirma ela, que foi acompanhada pelos professores Liliane Capilé e Reinaldo Gaspar e pela servidora técnica Leia de Oliveira.
Se o ministério da Educação autorizar a emancipação, em Sinop deixaria de ser um campus e passaria a ser universidade com autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira, assim como ocorreu em Rondonópolis quando o câmpus da UFMT foi emancipado. Em Sinop a universidade tem 13 cursos de graduação – medicina, farmácia, agronomia, ciências naturais e matemática -física, ciências naturais e matemática, matemática em licenciatura, ciências naturais e matemática – química, enfermagem, engenharia agrícola e ambiental, engenharia florestal, medicina veterinária e zootecnia. O campus também tem o hospital veterinário com atividades clínica e cirúrgica de pequenos e grandes animais, além do instituto de ciências agrárias e ambientais, instituto de ciências de saúde e de ciências naturais, humanas e sociais.
Durante o encontro, Marluce Souza também apresentou algumas propostas contidas em seu Programa de Gestão, enfatizando a possibilidade de estabelecer uma parceria com a Conab para receber alimentos destinados à preparação das refeições no Restaurante Universitário da UFMT. “Essa parceria poderá significar uma melhoria significativa na alimentação dos nossos estudantes e no orçamento da universidade”, afirmou Marluce que teve audiência com a diretora Rosa Neide (PT).
MATO GROSSO
Nota do Enem amplia acesso ao ensino superior em 2026
A divulgação do resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no dia 16 de janeiro de 2026, abriu novas possibilidades para estudantes que pretendem ingressar no ensino superior ainda neste ano. Além de ser o principal critério de seleção para universidades públicas, por meio de sistemas como o Sisu, a nota do exame também é amplamente aceita por instituições privadas como forma alternativa de ingresso, dispensando o vestibular tradicional.
Em faculdades particulares, o uso da nota do Enem tem se consolidado como um caminho mais prático para quem deseja iniciar ou retomar a graduação. A modalidade permite concorrer a vagas em diferentes cursos, com processos simplificados e maior agilidade na matrícula.
Outro benefício importante é que o desempenho no Enem é requisito para programas federais de incentivo à educação, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que possibilita o parcelamento das mensalidades, e o Programa Universidade para Todos (Prouni), responsável pela concessão de bolsas integrais e parciais em instituições privadas.
Além das políticas públicas, algumas instituições oferecem condições especiais para novos alunos que utilizam a nota do Enem, como descontos diretos nas mensalidades, facilitando o acesso ao ensino superior e reduzindo o impacto financeiro da graduação.
Segundo a diretora da Faculdade Serra Dourada, Daiane Oliveira, o exame cumpre um papel fundamental na democratização do acesso à educação. “O Enem amplia as possibilidades de ingresso e permite que o estudante escolha a melhor forma de iniciar sua graduação, seja por meio de bolsas, financiamentos ou benefícios institucionais”, ressalta.
A orientação é que os candidatos fiquem atentos aos prazos e busquem informações diretamente nas instituições de interesse para conhecer os cursos disponíveis, as formas de ingresso com a nota do Enem e as condições oferecidas para novos alunos em 2026.