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Remédio Tamiflu em falta na capital; preços decolam

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O Estado de Mato Grosso enfrenta surto de gripe nessas últimas semanas. Assim como em relação à Covid-19, além das medidas preventivas quanto à higienização, a vacinação é primordial à não infecção.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a cobertura vacinal no estado é de 72,2%, com o objetivo de vacinar ao menos 90% dos grupos prioritários.

Com os casos de Influenza em alta, a procura pelo remédio Tamiflu®, o fosfato de Oseltamivir, disparou. Ele é o principal medicamento utilizado no combate ao vírus Influenza. Em contato com diversas farmácias da capital, a equipe do PROGRAMA MEU MATO GROSSO constatou a falta do medicamento, além de verificar que o seu preço variou de menos de R$100 no ano passado, para mais de R$300 no começo deste ano. Em alguns estabelecimentos, o preço chega a R$550.

Ressalta-se que não é recomendada a automedicação, sendo necessária receita médica.

Confira a variação de preços por estabelecimento:
Drogaria Popular – em falta – entre R$ 400 e R$ 550
Farmácia rede do povo – em falta – em torno de R$ 320 reais
Drogasil – em falta – R$ 305
Drogaria Cidade – em falta – R$ 355
Farmácia Unimed – em falta – R$ 255

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Vereador Alex Rodrigues apresenta projeto de lei para proteger mulheres de violência sexual em hospitais de Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues apresentou na Câmara Municipal de Cuiabá um Projeto de Lei que estabelece medidas preventivas contra a violência sexual praticada contra mulheres em ambientes hospitalares. A proposta visa garantir que toda paciente tenha o direito de ser acompanhada por uma pessoa de sua confiança em consultas, exames, tratamentos e procedimentos cirúrgicos que envolvam sedação ou exposição do corpo.

Segundo Alex Rodrigues, a iniciativa nasce da necessidade de criar mecanismos de proteção para mulheres que, em situações de vulnerabilidade, especialmente sob efeito de sedativos, ficam mais expostas a riscos de abuso. O texto do projeto determina que hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios e postos de saúde, tanto públicos quanto privados, não poderão impedir a presença de um acompanhante escolhido pela paciente.

O direito também vale para cirurgias eletivas, estéticas e exames que exijam sedação. Mesmo quando a equipe de atendimento for composta exclusivamente por profissionais mulheres, a paciente continuará tendo direito ao acompanhante.

Regras especiais para centros cirúrgicos e UTIs

O projeto de Alex Rodrigues também prevê exceções em áreas críticas, como centros cirúrgicos e unidades de terapia intensiva. Nesses casos, e apenas quando houver justificativa técnica relacionada à segurança, o acompanhante deverá ser obrigatoriamente um profissional de saúde. A suspensão temporária da presença do acompanhante só poderá ocorrer se houver interferência negativa no trabalho da equipe médica.

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A proposta estabelece ainda que a paciente deve ser informada previamente sobre o direito ao acompanhamento. Se isso não ocorrer, ela poderá remarcar o procedimento sem prejuízo. Em casos que envolvam sedação ou exposição do corpo, será obrigatório um termo declarando que a paciente tomou ciência dessa garantia.

O vereador também incluiu na proposta a autorização para que o Poder Executivo crie comissões de acompanhamento e fiscalização, responsáveis por monitorar o cumprimento da lei e levantar estatísticas sobre sua efetividade.

Na justificativa do projeto, Alex Rodrigues ressalta que a violência sexual no ambiente hospitalar, embora pouco discutida, é uma realidade preocupante. Situações de anestesia, sedação ou incapacidade momentânea de defesa colocam mulheres em posição de extrema vulnerabilidade, o que exige ações concretas do poder público para garantir segurança, dignidade e proteção.

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