MATO GROSSO
Remédio Tamiflu em falta na capital; preços decolam
MATO GROSSO
O Estado de Mato Grosso enfrenta surto de gripe nessas últimas semanas. Assim como em relação à Covid-19, além das medidas preventivas quanto à higienização, a vacinação é primordial à não infecção.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a cobertura vacinal no estado é de 72,2%, com o objetivo de vacinar ao menos 90% dos grupos prioritários.
Com os casos de Influenza em alta, a procura pelo remédio Tamiflu®, o fosfato de Oseltamivir, disparou. Ele é o principal medicamento utilizado no combate ao vírus Influenza. Em contato com diversas farmácias da capital, a equipe do PROGRAMA MEU MATO GROSSO constatou a falta do medicamento, além de verificar que o seu preço variou de menos de R$100 no ano passado, para mais de R$300 no começo deste ano. Em alguns estabelecimentos, o preço chega a R$550.
Ressalta-se que não é recomendada a automedicação, sendo necessária receita médica.
Confira a variação de preços por estabelecimento:
Drogaria Popular – em falta – entre R$ 400 e R$ 550
Farmácia rede do povo – em falta – em torno de R$ 320 reais
Drogasil – em falta – R$ 305
Drogaria Cidade – em falta – R$ 355
Farmácia Unimed – em falta – R$ 255
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0