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Rondonópolis lidera geração de empregos no 2º mês do ano, Cuiabá é 2º e Campo Verde 3º

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Rondonópolis foi campeã estadual na geração de empregos formais, em fevereiro, no balanço divulgado, esta semana, pelo ministério do Trabalho. As indústrias e empresas geraram 718 empregos e mais, saldo de 4.607 contratações e 3.889 demissões (em janeiro Sorriso foi líder no Estado). O setor de serviços em Rondonópolis liderou empregando 315 pessoas a mais, a construção civil empregou 227 pedreiros e serventes a mais e no comércio foram 127. Na indústria foram admitidos 25 funcionários a mais e na agropecuária 24.

O saldo de fevereiro em Rondonópolis é praticamente semelhante ao de janeiro, quando houve 715 contratações a mais.

Só Notícias apurou que Cuiabá teve, em fevereiro, 615 empregos a mais (ante 434 de janeiro) com o setor de serviços liderando e empregando 279 pessoas a mais, na construção civil 242, na indústria 100 e agropecuária 17. No comércio, 14  a mais.

Em Campo Verde foram gerados 490 empregos a mais. Conforme Só Notícias já informou, em Sinop foram gerados 310 empregos a mais em fevereiro.  Primavera do Leste teve 242 contratados a mais, Barra do Garças 127, Alta Floresta 99.

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Sorriso, que havia sido maior gerador em janeiro (período de colheita da safra), em fevereiro teve saldo menor e foi positivo com 48 admissões a mais. Nova Mutum e Lucas do Rio Verde também tiveram mais empregos. Em Várzea Grande foram 29 admissões a mais e, em Tangará da Serra, 16.

 

Só Notícias (foto: Só Notícias)

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Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado

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A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.

Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.

O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.

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Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.

É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.

O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.

Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso

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