Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Saiba como conferir se você foi sorteado no Nota MT e evite cair em golpes

Publicados

MATO GROSSO

A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz MT) reforça o alerta aos cidadãos sobre golpes usando o Nota MT. A orientação é sempre buscar os canais oficiais do programa, como site e aplicativo de celular, por meio do acesso restrito, para conferir se foi um dos contemplados no sorteio do Nota MT.

Para se informar sobre os resultados dos sorteios e pagamento dos prêmios do Nota MT, os cidadãos devem entrar em contato diretamente com a Sefaz por meio dos canais oficiais de atendimento. Além do site e aplicativo do Nota MT, é possível entrar em contato pelo telefone (65) 3617-2704, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Segundo relatos recebidos pela equipe do Nota MT, a prática criminosa é realizada de diversas formas, por ligação, whatsapp e mensagem SMS, alegando a necessidade de um pagamento para receber a premiação. Ao se passar por servidores da Sefaz, os estelionatários utilizam resultados falsificados e buscam obter informações confidenciais, como dados pessoais e bancários, inclusive o saldo disponível na conta.

Em alguns casos, é exigido, ainda, que a pessoa se dirija a algum caixa eletrônico, aumentando o risco de exposição das vítimas. É imprescindível ressaltar que tais práticas não se referem às atividades do Nota MT e que a Sefaz nunca entra em contato solicitando dados pessoais ou exigindo qualquer tipo de pagamento.

Leia Também:  Inscrições de artigos para 3ª edição de revista científica da Seciteci são prorrogadas até dia 07 de julho

“Alertamos os cidadãos, especialmente aqueles que foram contemplados pelo Nota MT, a permanecerem vigilantes e adotarem medidas de segurança. Em nenhuma hipótese as pessoas devem fornecer informações pessoais, dados bancários ou efetuar pagamentos em resposta a esses contatos suspeitos”, enfatizou o secretário adjunto de Projetos Estratégicos da Sefaz, Vinícius Simioni.

Além de buscar informações por meio de canais oficiais, o cidadão também pode adotar algumas medidas para evitar ser vítima de golpes. Uma delas, de acordo com o delegado Walter Fonseca, titular da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários, da Polícia Civil, é estar atento aos links suspeitos, além de desconfiar de ofertas descabidas e se informar sobre os golpes já conhecidos.

“Se você suspeitar de atividades fraudulentas envolvendo a Secretaria de Fazenda, o programa Nota MT, ou qualquer outra instituição governamental, denuncie imediatamente às autoridades competentes”, orienta o delegado.

As denúncias podem ser feitas por meio da ouvidoria da Controladoria Geral do Estado (CGE). As vítimas também devem registrar um boletim de ocorrência junto à Polícia Civil, seja de forma presencial ou por meio da Delegacia Virtual.

Confira abaixo as orientações da Delegacia Fazendária para evitar golpes:

1. Verifique a autenticidade da comunicação: sempre desconfie de contatos inesperados por telefone, e-mail ou mensagem solicitando informações pessoais ou financeiras. Entre em contato diretamente com a Secretaria de Fazenda por meio de canais oficiais para confirmar a legitimidade da solicitação.

Leia Também:  Seplag reúne 300 servidores da área de gestão de pessoas do Estado

2. Não compartilhe informações pessoais: nunca forneça seus dados pessoais, como número de documentos, senhas ou CPF, quando as solicitações forem suspeitas, especialmente de fontes não verificadas.

3. Esteja atento a URLs e links suspeitos: evite clicar em links enviados por e-mail ou mensagens de texto. Verifique se o endereço do site é oficial e seguro antes de fornecer qualquer informação.

4. Mantenha seu software atualizado: certifique-se de manter seu sistema operacional, navegadores da web e programas antivírus atualizados para se proteger contra vulnerabilidades de segurança conhecidas.

5. Desconfie de ofertas descabidas e premiações exageradas: golpistas muitas vezes usam promessas de reembolso de impostos ou prêmios tentadores para atrair suas vítimas. Se algo parecer muito bom para ser verdade, é melhor verificar sua autenticidade antes de prosseguir.

6. Informe-se sobre os golpes já conhecidos: mantenha-se informado sobre os golpes mais recentes relatados e aprenda a reconhecer os sinais de uma possível tentativa. A pesquisa pode ser feita pelo buscador Google ou até mesmo contato com o órgão público respectivo.

7. Denuncie atividades suspeitas: se você suspeitar de atividades fraudulentas envolvendo a Secretaria de Fazenda, o programa Nota MT, ou qualquer outra instituição governamental, denuncie imediatamente às autoridades competentes.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Seplag reúne 300 servidores da área de gestão de pessoas do Estado

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Flávio Canto mostra esporte como exemplo e capacitação como caminho para gestão

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA