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Secel oferece curso de prestação de contas para trabalhadores da cultura selecionados em editais

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) está oferecendo um curso gratuito de prestação de contas para produtores culturais e artistas que foram selecionados nos editais da instituição. Nesta primeira etapa, as vagas são disponíveis para o público dos editais Pontos de Cultura e Pontos de Esporte e Lazer. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pela internet.

A primeira turma será composta por selecionados no Edital Pontos de Cultura. As aulas serão ministradas online, entre os dias 8 e 10 de agosto.

Já as aulas do segundo grupo, formado pelos contemplados no Edital Pontos de Esporte e Lazer, será entre os dias 15 e 17 de agosto.

A capacitação será realizada no período noturno, das 18h30 às 20h. Após essa fase, os participantes terão suporte online para tirar dúvidas e receber orientações dos organizadores.

“Esse curso é importante para que os trabalhadores da cultura sejam capacitados também sobre a execução correta dos projetos e a legislação referente à prestação de contas. Além de saberem a parte artística, é necessário que eles tenham conhecimento sobre como atender aos objetivos propostos no edital, como controlar uma planilha orçamentária, quais documentos apresentar para mostrar que o recurso foi utilizado de forma correta”, destaca o secretário-adjunto de Cultura, Jan Moura.

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O cronograma prevê uma turma para cada edital aberto, sendo as próximas formadas pelos trabalhadores da cultura com projetos selecionados nos editais Viver Cultura e Estevão de Mendonça de Incentivo à Literatura Mato-Grossense.

O curso é realizado por meio de uma parceria com a Associação dos Produtores Culturais de Mato Grosso (Ação Cultural) e Assembleia Legislativa.

Inscrições

Acesse aqui para se inscrever no edital Pontos de Cultura e aqui para a inscrição no edital Pontos de Esporte e Lazer

Mais informações pelo e-mail prestandocontas2023.secelmt@gmail.com e pelo telefone (66) 9 9922-1966 .

Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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