MATO GROSSO
Secel viabiliza lançamento de projetos de música e artes visuais em MT
MATO GROSSO
Os projetos estão sendo realizados por meio do Edital Viver Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).
O show da multiartista cuiabana Estela Ceregatti será às 20h, na recém inaugurada rua coberta (rua Quinco Caldas), de Chapada dos Guimarães. A apresentação abre a turnê Canteiro e marca o lançamento do videoclipe Mulheres Sementeiras. A entrada é gratuita.
A apresentação contará com participações de outras artistas, entre elas estão Vera Capilé e Nathally Sena. A filha de Estela Ceregatti, Jhoana Ceregatti, de 08 anos de idade, também marca presença no show.
O show Canteiro vai percorrer o Brasil, com apresentações em São Paulo (SP), Belém (PA) e Belo Horizonte (MG), todos com participação de cantoras e compositoras escolhidas dentre as artistas de cada região. A turnê traz destaque ao empoderamento feminino e a questões ambientais de Mato Grosso.
O videoclipe Mulheres Sementeiras, dirigido por Juliana Segovia, homenageia mulheres do povo Xavante, com a música homônima do álbum Terra Força Mulher, de 2022.
Lançamento de EP do grupo É Bem Mato Grosso![]()
O grupo de siriri É Bem Mato Grosso acaba de lançar no Youtube o EP ‘Nossa Cultura Secular’. O trabalho traz quatro faixas que retratam tradição, lendas e religiosidade, harmonizados pela batida dos instrumentos tradicionais do cururu e siriri como a viola de cocho, mocho e ganzá.
O EP (chamado assim por ter menos músicas que um álbum) está disponível para ouvir neste LINK. O trabalho tem composições dos artistas Edmilson Maciel e Edson Garcia, e vozes de Edmilson Maciel, Rosany Costa Santos e Vida Maria Maciel.
A Associação É Bem Mato Grosso, com sede em Sapezal, atende a 65 estuantes de 12 a 18 anos de idade. Com o objetivo de valorizar a cultura popular, desenvolve um trabalho pedagógico com os estudantes com base nos saberes da música (especialmente o siriri), culinária, folclore, religiosidade e costumes mato-grossenses.
Exposição Anfêmera – Mari Gemma De La Cruz![]()
A exposição de artes visuais Anfêmera, da artista Mari Gemma De La Cruz, abre para o público na próxima quinta-feira (21-03), às 19h, no Centro Cultural Casa Cuiabana, em Cuiabá. A mostra reúne imagens, vídeo e instalação que abordam a visão da artista sobre o envelhecer feminino, e as transformações e sentimentos vivenciados pelas mulheres neste período.
O trabalho é resultado de uma pesquisa feita pela artista em 2019 e 2020, período em que ela mesma confrontou sentimentos de inquietação, perdas e mudanças na vida pessoal, além de reflexões sobre etarismo, padrões sociais e comportamentais.
A proposta é trazer percepções e reflexões comuns às mulheres que estão passando pela envelhescência (entre 45 e 60 anos de idade), e mostrar uma perspectiva pessoal da necessidade de reconstrução de si e de desapegar de objetos e significados guardados ao longo do tempo.
Antes de chegar a Cuiabá, a mostra Anfêmera foi apresentada em exposições coletivas no México, Argentina e Espanha. O período para visitação ao público na Capital será de 22 de março a 20 de maio, das 8h às 18h, com entrada gratuita.
Serviço
Show de Estela Ceregatti – turnê Canteiro
Data: Sábado (16.03), às 20h
Local: Rua Quinco Caldas (rua coberta – em frente à Pomodori) – Chapada dos Guimarães
Entrada gratuita
Informações: Instagram @estelaceregatti
EP Nossa Cultura Secular – grupo É Bem Mato Grosso
Disponível no Youtube: Link AQUI
Exposição de Mari Gemma De La Cruz
Abertura: Quinta-feira (21.03), 19h
Período: 22 de março a 20 de maio, das 8h às 18h.
Local: Centro Cultural Casa Cuiabana
Entrada gratuita
Informações: Instagram @marigemma.art
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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