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Seciteci inicia a 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia com investimento em pesquisa científica em MT

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) abriu, nesta terça-feira (22.10), a 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. O evento, que ocorrerá até quinta-feira (24.10), oferece uma extensa programação gratuita, científica e cultural para todas as idades. A solenidade de abertura contou com a presença de autoridades do Estado, parcerias e centenas de estudantes, que possibilitou acesso a pesquisas em diversos campos e proporcionar uma programação cultural, que inclui o Palco da Ciência, atrações da Carreta MT Ciências, doação de mudas e a apresentação da atração nacional “Ciência em Show”.

O secretário Allan Kardec destacou a importância da SNCT e da educação profissionalizante para o desenvolvimento do Estado.

“As pessoas devem se preparar para esse mundo maravilhoso da educação profissionalizante. Mato Grosso não é só o futuro; é o presente através da ciência, tecnologia e inovação e nós estamos fazendo nosso papel de indutor desse processo”, afirmou o secretário.

Durante a solenidade, Allan também assinou dois editais de fomento à pesquisa e inovação com investimentos públicos de R$ 2,6 milhões, juntamente com o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), Marcos de Sá, e o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia.

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“Nós vamos continuar industrializando Mato Grosso, mas a indústria não anda sem tecnologia, essa que só pode ser alcançada pelo conhecimento. Por isso, o investimento mais importante que o Estado pode fazer é na educação, tecnologia e pesquisa científica”, disse Fábio Garcia.

O presidente da Fapemat, Marcos de Sá, apontou que a Semana Nacional vai inspirar jovens para o mundo das ciências. “São jovens respirando ciência, tecnologia e inovação e o Estado fazendo o seu papel”, destacou.

Também estiveram presentes a reitora da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Vera Maquêa, os secretários adjuntos Dimorvan Brescancim (Educação Profissional Tecnológica) e Rodrigo Zanin (Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação), além de representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), da Universidade Federal de Rondonópolis (UFT), da Universidade de Várzea Grande (Univag).

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Qualidade de vida ganha protagonismo e muda o perfil dos empreendimentos imobiliários

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Cinco anos depois da pandemia de Covid-19, as mudanças provocadas pelo período de isolamento social continuam influenciando a forma como as pessoas escolhem onde viver. Se antes a proximidade do trabalho e dos centros urbanos era um dos principais fatores na decisão de compra de um imóvel, hoje qualidade de vida, contato com a natureza, espaços amplos e bem-estar passaram a ocupar posição de destaque.

Essa mudança de comportamento tem sido percebida também pelo mercado imobiliário de Mato Grosso. Empreendimentos voltados ao conceito Home & Wellness, que privilegiam áreas verdes, lazer ao ar livre e ambientes que favorecem uma rotina mais equilibrada, vem despertando o interesse de famílias que buscam mais do que uma residência: procuram um novo estilo de vida.

Para o empresário do Grupo Tio Ico e sócio-investidor da Mangaba Urbanismo, Ricardo Gomes, esse movimento deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade consolidada.

“A pandemia fez as pessoas refletirem sobre o tempo que passam em casa e sobre a importância de viver em um ambiente que proporcione qualidade de vida. Hoje percebemos que o cliente valoriza muito mais espaços amplos, contato com a natureza, áreas para convivência e uma rotina menos acelerada. Não se trata apenas de comprar um terreno, mas de investir em um lugar onde seja possível viver melhor.”

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Segundo ele, essa transformação também mudou a forma de planejar os empreendimentos.

“O mercado passou a olhar para projetos que priorizam experiências. Áreas verdes, lagos, espaços de lazer, infraestrutura para atividades ao ar livre e maior privacidade deixaram de ser diferenciais para se tornarem atributos cada vez mais desejados por quem busca um novo endereço”.

Ricardo, que também atua no agronegócio como sócio do Grupo Tio Ico, ressalta que a mudança no comportamento dos consumidores reflete uma transformação que vai além do mercado imobiliário.

“Hoje percebemos que as pessoas estão investindo mais em qualidade de vida. O imóvel deixou de ser apenas um patrimônio e passou a representar bem-estar, segurança e um ambiente propício para a convivência da família. Essa é uma tendência que veio para ficar e que influencia diretamente os novos empreendimentos.”

Um exemplo desse novo conceito é o Cenário dos Lagos Home & Wellness, desenvolvido pela Mangaba Urbanismo em Cuiabá. O empreendimento, que contará com o maior lago privado em condomínio fechado, foi concebido para integrar natureza, bem-estar e qualidade de vida em um único espaço, refletindo uma demanda crescente por moradias que favoreçam o equilíbrio entre trabalho, família e lazer.

Muito além da arquitetura

A valorização de imóveis com maior integração à natureza também encontra respaldo na psicologia. Para a psicóloga Rayssa Martins, a pandemia alterou profundamente a relação das pessoas com a própria casa, que passou a exercer um papel muito mais amplo na rotina.

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“No cenário pós-pandemia, muitas pessoas passaram a perceber que a casa, o lar, deixou de ser apenas um ambiente de descanso, tornando-se também um espaço de trabalho e de convivência com a família e os amigos. Do ponto de vista da psicologia, o ambiente em que o indivíduo vive influencia diretamente o bem-estar emocional e, consequentemente, o bem-estar físico e até o comportamento das pessoas.”

Segundo ela, ambientes que favorecem o contato com a natureza e proporcionam espaços de convivência contribuem para uma rotina mais saudável.

“Locais que oferecem contato com a natureza, áreas de lazer, espaços de convivência e oportunidades para atividades ao ar livre podem favorecer a redução do estresse e da ansiedade, além de melhorar a qualidade do sono e incentivar hábitos de vida mais saudáveis. Embora a saúde mental seja resultado de diversos fatores, e não apenas do ambiente, ele pode atuar como um importante elemento de promoção da saúde mental e da qualidade de vida.”

Para a especialista, esse novo olhar ajuda a explicar por que tantas famílias passaram a priorizar empreendimentos que oferecem uma experiência de moradia mais conectada ao bem-estar, tendência que segue influenciando o mercado imobiliário mesmo anos após o período mais crítico da pandemia

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