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Secretária de Educação esclarece dúvidas da pasta aos vereadores de Cuiabá

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A secretária Municipal de Educação, Edilene Machado, compareceu à Câmara nesta terça-feira (8), para prestar contas sobre a pasta, após convocação do vereador Kássio Coelho (Patriota) e pontuou que o encontro entre Legislativo e Executivo, foi positivo. Edilene é servidora efetiva da Educação há 39 anos.
“Não entendo como convocação. Acredito que nós, do Executivo, temos que prestar esse esclarecimento à Casa. Entendo mais como um convite e viemos apresentar um balanço referente a três pontos <questão estrutural,=”” merenda=”” escolar=”” e=”” kit=”” escolares=””>. E creio que atendemos a necessidade dos vereadores. A educação vem fazendo um bom trabalho”, disse Edilene.</questão>
De acordo com o vereador Kássio, Edilene teve a oportunidade de mostrar um relatório da gestão e esclarecer questionamentos dos parlamentares tanto da base, como de oposição – dando mais transparência.
“Foi muito bom para tirar os esclarecimentos. Eu pertenço a base do prefeito Emanuel Pinheiro, mas temos independência no Parlamento. Sempre me posiciono do lado do povo. Foi um momento bom para os colegas tirarem às suas dúvidas”, frisou.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá
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TJMT concede essencialidade de maquinários agrícolas mesmo após término do período de blindagem 

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A Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, através de julgamento unanime, decidiu que a proteção de bens essenciais à atividade rural pode subsistir, mesmo após o término do chamado stay period — período de suspensão das ações e atos de expropriação previsto na Lei de Recuperação Judicial.

O julgamento ocorreu no âmbito de um agravo de instrumento envolvendo empresa Martelli Agroindustrial, em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 244 milhões, e tratou da possibilidade de constrição de maquinários agrícolas indispensáveis à produção da safra 2025/2026.

Ao reformar decisão de primeiro grau, o TJMT reconheceu que o encerramento do stay period não retira automaticamente a competência do juízo da recuperação judicial para analisar a essencialidade dos bens e decidir sobre medidas constritivas.

Na prática, o Tribunal entendeu que a competência do juízo recuperacional permanece até o encerramento formal do processo e os bens essenciais à atividade econômica não podem ser retirados quando isso comprometer a continuidade da atividade.

A decisão também suspendeu medidas de busca e apreensão sobre tratores, colheitadeiras, plantadeiras e outros equipamentos considerados fundamentais para a manutenção da produção agrícola.

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O processo foi conduzido pela banca de advogados do Grupo ERS, que analisam a medida como “um avanço no entendimento que a análise da essencialidade dos bens deve priorizar a preservação da atividade econômica e ainda, reforça o papel da Assembleia Geral de Credores como espaço para deliberação sobre medidas que impactam diretamente o sucesso da recuperação”, explica a advogada, Ranielly Chagas.

Além disso, o entendimento sinaliza que medidas de execução individual devem ser analisadas com cautela quando houver risco de inviabilizar a atividade produtiva, mesmo em situações envolvendo créditos extraconcursais.

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