Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Secretário de finanças, saúde, marido e irmão de prefeita são presos em operação policial no interior de MT

Publicados

MATO GROSSO

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Ribeirão Cascalheira (900 km a leste de Cuiabá), deflagrou na manhã desta quinta-feira (27), a segunda fase da Operação Tanque Cheio, para cumprimento de 12 ordens judiciais tendo como alvos diversos funcionários da Prefeitura, além de secretários do município e o presidente da Câmara de Vereadores.

A segunda fase da operação deu cumprimento a cinco mandados de prisão e sete de busca e apreensão contra os investigados. As ordens judiciais foram expedidos pela Vara Única de Ribeirão Cascalheira, após representação da Polícia Civil com parecer parcialmente favorável do Ministério Público.

As prisões preventivas têm como alvos os secretários de Financias, Obras (respectivamente marido e irmão da prefeita), o secretário de Saúde, o responsável pelo abastecimento dos veículos da Prefeitura (outro irmão da prefeita) e o Chefe do Departamento de Compras. Todos estão afastados cautelarmente dos cargos.

O Presidente da Câmara dos Vereadores, que também afastado cautelarmente e atual Secretário de Saúde também foram alvos de mandados de buscas e apreensões.

Leia Também:  Seduc premia 100 escolas com melhores índices de alfabetização em Mato Grosso

2ª Fase

Após a deflagração da primeira fase da operação em março deste não, foram reunidos elementos indicativos de que os suspeitos tentavam destruir provas, uma vez que com exceção do presidente da Câmara, os demais trocaram os aparelhos celulares e os respectivos chips telefônicos dias antes da operação. Durante as investigações também foi demonstrado que os suspeitos estavam empregando esforços para influenciar e até mesmo coagir testemunhas.

O delegado responsável pelas investigações, Flávio Leonardo Santana Silva, explica que além do esquema de desvio de combustível e emprego de maquinário da Prefeitura em propriedade privada, as investigações apontam outros crimes supostamente praticados contra o município, como compras particulares de material de construção e até de supermercado em nome da Prefeitura.

“As informações levantadas apontam que foram construídas casas com material desviado da Prefeitura, a mão de obra foi paga com combustível desviado e prestação de serviço com maquinário da Prefeitura na propriedade do responsável pela obra”, disse o delegado.

Os suspeitos seguem preso, em cumprimento ao mandado de prisão preventiva e serão encaminhados para o Presídio de Água Boa.

Leia Também:  Primeiras-damas de MT e Água Boa anunciam edição do Casamento Abençoado no Vale do Araguaia

Denúncias

A Polícia Civil esclarece que é extremamente importante o apoio da população por meio de denúncias de crimes de que tenham conhecimento. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 197 e 181, os dados do comunicante são protegidos e atendente não tem acesso.

Os crimes contra a Administração Pública são extremamente graves, uma vez que atinge uma coletividade de pessoas, principalmente na prestação de serviços básicos como saúde, educação e acabam aumentando indiretamente crimes como roubo, homicídio, latrocínio entre outros.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  VÍDEO: Presidente do Tribunal de Contas, conselheiro Sergio Ricardo, realizou uma vistoria no Hospital São Benedito, na manhã desta quinta-feira e criticou duramente o prefeito de Cuiabá, entenda

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA